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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

Vencedor do Passatempo "Momento Carolans" by As Dicas da Bá

Ba 20.12.14

Carolans copo N2.jpg

Já temos vencedor do passatempo "Momento Carolans". E quem vai receber kit “Momentos Carolans” que consiste numa garrafa de Carolans Irish Cream e um Voucher de SPA e Beleza é a Raquel Mendes (Torres Novas).

 

Muitos Parabéns à vencedora, que será contactada por email, e obrigada a todos os que participaram.

 

Em breve haverá mais novidades e passatempos. Fiquem atentos! 

Boas Festas!

Passatempo "Momento Carolans"

Ba 16.12.14

Carolans copo N2.jpg

 

Uma tarde fria e chuvosa e uma massagem relaxante com óleos essenciais. No final, o regresso a casa. Uma manta, roupa confortável, a lareira a aquecer a sala e um copo de uma bebida suave com notas de caramelo com essência de leite e apontamentos de mel. De cor cremosa e aveluada, com aroma a baunilha. Assim se podia definir um verdadeiro “Momento Carolans”.

 

Para quem não sabe Carolans Irish Cream é o segundo licor irlandês mais vendido em todo o mundo e tem como tónica ser uma bebida espitituosa para aqueles momentos especiais.

 

Para quem gosta deste tipo de bebidas tem agora uma oportunidade de receber um kit “Momentos Carolans”. Além disso, nesta altura de Natal com os jantares com colegas, amigos e familiares, é uma boa oportunidade para celebrar o espírito natalício e oferecer um Carolans Irish Cream

 

Pois bem, os leitores do Blog “As Dicas da Bá” têm a oportunidade de receber um kit “Momentos Carolans” que consiste numa garrafa de Carolans Irish Cream e um Voucher de SPA e Beleza.

 

Como concorrer?

Basta participar no passatempo até às 23h59 de sexta-feira, dia 19 de Dezembro, e cumprir os seguintes 3 passos:

1) Gostar da página As Dicas da Bá

2) Gostar da Página Carolans Irish Cream Portugal

3) Preencher o formulário em baixo (no qual, além dos dados, devem escrever uma frase que retrate um momento Carolans até ao máximo de 300 caracteres, incluindo espaços)

 

O vencedor será escolhido aleatoriamente através do Random.org e o resultado será anunciado no sábado (dia 20 de Dezembro). Válida uma participação por pessoa.

 

Boa Sorte!   

Relato da primeira depilação íntima

Ba 15.12.14

Minhas amigas, e meus amigos, o texto que vão lêr agora foi dos mais hilariantes que li nos últimos tempos. 

 

Acho que já circula na internet há algum tempo, mas nunca tinha lido. Enviaram-me ontem e ainda não parei de rir. Aqui fica o relato de uma mulher que seguiu o conselho das amigas e decidiu fazer depilação a cera na sua zona mais íntima.

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"Tenta sim. Vai ficar lindo."


Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. 

Mas  acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer,  porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava  que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona.

Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.

Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. 

Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.

Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas.

Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era o Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.

Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar.

Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.

Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.

Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas. 

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.

- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta".

Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la.

Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava De cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim... sonhei de novo com o cú de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera.

Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.
Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa merda...

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar. .. eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais.

Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda,  protestar contra isso.

Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

 

Dezembro agitado...

Ba 14.12.14

As últimas duas semanas têm sido completamente caóticas em termos de tempo e, por isso, não tenho conseguido atualizar o blog, nem responder a todos os emails e mensagens, no tempo desejável. Quem me conhece sabe que não gosto deixar as pessoas à espera, nem ficar tanto tempo sem atualizar o blog, mas realmente tem sido difícil. 

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A nível profissional diria que esta imagem ilustra bem onde tenho estado nas últimas semanas, quase mesmo como uma casa. Para quem não está a par trata-se da sala da comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES. Digamos que têm sido horas e horas. O recorde continua a pertencer ao dia em que Ricardo Salgado José Maria Ricciardi foram ouvidos. Estive nesta sala durante 18 horas. Uma maravilha.

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O tema levou a que fosse comentar, por alguma vezes, à TVI 24. Tudo o que tem haver com BES e outros temas de banca têm estado bastante quentes. E ser jornalista desta área implica também explicar, de forma simples, tudo o que se está a passar. 

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No meio de tudo, e com o meu "outro chapéu" de especialista em finanças pessoais, tenho sido convidada para ir ao programa Você na TV, para comentar algumas temas de finanças pessoais. 

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No meio da agitação profissional, e também pessoal (já que com dois miúdos pequenos, casa, marido e afins... há todo um mundo de afazeres), ainda consegui ter tempo para ajudar, como voluntária, no concerto da Associação Princesa Leonor Aceita e Sorri (APLAS). Foi muito compensador ajudar e contribuir para que a associação consiga ajudar mais crianças, e respetivas famílias, com doença oncológica. Apesar de todo o cansaço, de poucas horas de sono, tudo valeu a pena. Ver o sorriso daquelas crianças encheu-me a alma. E foi bom ter um pedacinho da Nonô mesmo ao meu lado (já que ela continua para sempre no meu coração).

E tem sido assim. Há algumas novidades e passatempos a serem preparados, por isso, é uma questão de ficarem atentos e continuarem a acompanhar o blog, a página do Facebook e Instagram.

Beijos a todos

Férias de Natal com Ciência do Pavilhão do Conhecimento

Ba 05.12.14

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Se está à procura de um atelier de tempos livres (ATL) para as férias de Natal o Pavilhão do Conhecimento tem uma sugestão para uns dias divertidos.

 

Durante sete dias haverá muitas atividades para fazer: visitas à Cozinha que é Um Laboratório para fazer o tão tradicional Bolo-Rei, viagens ao interior do nosso cérebro na exposição Loucamente, experiências no Laboratório e uma paragem obrigatória na Dóing, uma grande oficina onde os miúdos engenhocas vão criar os seus enfeites de Natal personalizados. 


Quem também terá lugar neste ATL são os peluches favoritos dos nossos pequenos cientistas: com a sua ajuda será possível classificar as espécies deste novo ecossistema imaginário. 

Aulas de judo que desafiam as Leis de Newton e uma estação de televisão onde a ciência é a estrela da programação fecham com chave-de-ouro a programação destas Férias com Ciência. As inscrições estão abertas. 

Público-alvo: 6 aos 12 anos 

Datas: 17, 18, 19, 22, 23, 29 e 30 de Dezembro 

Horário: das 09.00 às 18.00 (as crianças serão recebidas a partir das 08.30

Preços: 1 dia - 39 euros (35 euros sócios); 3 dias - 117 euros (105 euros sócios); 7 dias - 240 euros (216 euros sócios)* 

*Almoço e lanche incluídos
10% desconto para irmãos e membros do Clube de Amigos do Pavilhão (não acumulável) 

Inscrições: 21 891 71 04 | info@pavconhecimento.pt 

 

Fica a dica para os interessados.

 

Dicas para as compras de Natal

Ba 05.12.14

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A Deco preparou uma lista de conselhos para as compras de Natal. Veja aqui:

 

- Procure boas oportunidades de compra: Aproveite as promoções e verifique se o preço compensa; escolha os outlet para conseguir preços mais baixos; faça compras on-line; experimente as lojas de artigos usados, procurando oportunidades e prolongando o ciclo de vida dos produtos.

 

- Aproveite as vendas especiais de Natal e seja solidário com quem precisa. Normalmente, podem conseguir-se lembranças simbólicas que expressem o nosso afeto a quem oferecemos e ajudar também quem precisa.

 

- Faça escolhas úteis: adeque os presentes aos seus destinatários e, porque não, oferecer cartões de compras de bens essenciais, vestuário, pequenos eletrodomésticos que oferecem uma maior liberdade de escolha a quem recebe…

 

- Gaste menos e ofereça mais: Estabeleça o sistema de “amigo secreto” no seio da família ou ofereça um presente para toda a família e que todos possam partilhar (um filme “familiar”, um jogo coletivo para os mais novos)

 

- Seja criativo: adote um animal abandonado! Se houver condições e vontade, porque não recolher um novo elemento para a família?

 

- Ofereça um “voucher” com o seu tempo: Os jovens podem oferecer um pacote de explicações ou de aulas de música para os mais novos ou oferecer o seu apoio à família para tomar contas das crianças.

 

- Faça você mesmo: tem um valor incalculável independentemente do engenho de cada um: faça compotas, biscoitos, bordados, crochets, enfeites de Natal e outras habilidades. Crie um cartão personalizado e faça um embrulho original aproveitando materiais de casa.

 

- Seja solidário: há inúmeras instituições de solidariedade social que precisam do apoio de todos. Faça um donativo no seu IRS, seja voluntariado e ofereça atenção e carinho a quem precisa e recolha os brinquedos e roupas que não já não se usam em casa para outros que precisam.

 

Ficam as dicas para este Natal!