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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

Proteja-se do “hacking visual”. Siga as dicas!

Ba 31.07.15

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Sabiam que um “Visual hacker” consegue informação confidencial 88% das vezes e em menos de 15 minutos? O "hacking visual" é uma prática que resulta do roubo ou acesso a informação apenas por contacto visual. É muito frequente em ambientes empresariais. Quantas vezes acontece ir lanchar e deixar o seu computador desbloqueado com o ecrã a mostrar o seu trabalho? Está a expôr a sua informação a colegas ou mesmo terceiros. Se não é isso que pretende, o melhor é ter cuidado.

 

A 3M trabalhou com o Ponemon Institute para fazer uma experiência onde um “white hat hacker” (alguém que procura falhas em sistemas para os comunicar posteriormente segundo a ética hacker) secretamente se fez passar por trabalhador temporário em oito empresas americanas . As conclusões apontam para que em 88% das vezes, este foi capaz de obter informações sensíveis e confidenciais a partir da visualização dos ecrãs de computador dos colaboradores e ainda tirando vantagem do que continham as suas secretárias. E muitas vezes em menos de 15 minutos.

 

A verdade é que passamos grande parte do dia a trabalhar ao computador. Há aqui uma ameaça potencial, e nem sequer se esconde – o simples facto de alguém olhar para o nosso ecrã pode ser uma ameaça à privacidade das empresas.

 

É muito mais fácil para as pessoas que passam encontrar informação confidencial em ambientes de trabalho que, hoje em dia, são cada vez mais “open space”. Durante o estudo, ninguém parou o falso trabalhador temporário em 70% das vezes, mesmo quando este tirava uma fotografia ao ecrã de um computador. Este “white hat hacker” também encontrou informação sensível nas secretárias dos colaboradores como listas de contatos, informação de clientes, dados financeiros e dados de login dos empregados.

 

Tendo em conta estas conclusões, a 3M partilha quatro dicas para se proteger deste tipo de “hacking visual”:

- usar o modo “screen lock” quando se afastam do computador;

- usar um filtro de privacidade, como o 3M Privacy Filter, para proteger o ecrã de olhares indiscretos;

- remover os documentos impressos da fotocopiadora de imediato;

- proteger documentos que possam ser utilizados para phishing, incluindo listas de contatos de colaboradores e clientes.

 

Sigam as dicas e evitem que vos roubem informação!

Simule e veja quanto vai receber de sobretaxa de IRS!

Ba 30.07.15

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Em 2016, o Governo vai devolver uma parte da sobretaxa de IRS que é paga todos os meses pelos contribuintes. Nos últimos dois anos, os portugueses viram o seu rendimento mensal cair devido à sobretaxa de IRS. Além das rentações na fonte e descontos para a Segurança Social, as famílias passaram a pagar uma sobretaxa de IRS de 3,5%.

 

Recentemente, o Governo anunciou que caso se mantenha o mesmo ritmo de receitas de impostos, o Estado irá devolver 19% do valor suportado pelos contribuintes. Ou seja, em vez de pagar uma sobretaxa de IRS de 3,5% irá pagar 2,8%. E esse acerto será feito, em 2016, quando for feita a entrega da declaração de IRS de 2015. Esta sobretaxa aplica-se a trabalhadores e pensionistas.

 

Como simular?

- Para saber quanto irá receber basta aceder ao Portal das Finanças, com a sua senha pessoal, e entrar na opção de “Serviços Tributários”.

 

- Depois carregue em “consultar” e, em seguida, “Declarações de IRS”. Irá aparecer uma coluna do lado esquerdo onde deve selecionar “Novo IRS 2015” e, sem seguida, “Simulação do Crédito Fiscal da Sobretaxa”

 

- A simulação é calculada de forma automática, e é feita com base nos rendimentos de 2014. Na zona onde diz “crédito fiscal” fica a saber quanto irá receber.

 

- Caso os rendimentos de 2015 sejam diferentes, pode clicar onde diz “Se os seus rendimentos de 2015 forem diferentes dos de 2014” e introduzir os valores para simular de acordo com a sua situação atual.

 

Simulem e vejam quanto vão receber.

Fica a dica!

Multitasking? 10 Dicas para gerir melhor o tempo

Ba 29.07.15

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Organizar o tempo pode ser uma tarefa complicada. Quantas vezes dizemos: “Quem me dera que o dia tivesse mais de 24 horas” ou “Não consigo ter tempo para nada”.

 

Um dos meus grandes desafios é exatamente a falta de tempo. Acho sempre que me falta tempo para tudo mas, na realidade, sei que com organização consigo fazer várias coisas e de forma eficente. Para mim o problema está no ‘multitasking’ (execução de várias tarefas ao mesmo tempo).

 

Já vários estudos demonstraram que isso do ‘multitasking’ é muito giro mas, de facto, acaba por ser ineficiente. Começamos uma coisa, mudamos para outra e outra e quando damos por nós, ao final do dia, apenas conseguimos completar uma ou duas tarefas.

 

Por vezes até estou a escrever um texto, entra um email e acabo por ir ver. Ou seja, já larguei o texto e estou a ver o email. Nisto toca o telemóvel com uma mensagem. Largo o email e vou ver o sms. Entretanto alguém chama-me para ver uma coisa. Bem, escusado será dizer que, por esta altura, já perdi completamente o raciocínio do texto que estava a escrever.

 

A velocidade a que estamos ligados a tudo, as várias solicitações e os smartphones acabam por ajudar a este caos. E para conseguir organizar melhor o meu tempo comecei a adotar algumas medidas.

 

Deixo-vos aqui algumas dicas que me têm ajudado a gerir melhor o meu tempo:

  

1) Planeamento – Aponto tudo o que tenho para fazer. Uso a agenda do telemóvel e a minha moleskine (sim, ainda uso agenda em papel). Aponto na agenda os compromissos que tenho com hora marcada e depois as tarefas que tenho para fazer na semana. E ponho tudo, desde trabalho a vida pessoal. Normalmente, logo à partida, já consigo definir o tempo que posso dispender em cada uma.

 

2) Criar lista de prioridades – Depois de estar tudo apontado defino as prioridades. Há tarefas que tenho de completar num dia definido, outras que podem ser em qualquer dia da semana e outras que quero concluir com brevidade. Se for necessário coloco lembretes no telemóvel para as tarefas mais urgentes.

 

3) Começar pelas tarefas mais complexas – Há quem opte por começar pelas tarefas que demoram menos tempo, eu prefiro começar pelas mais complexas enquanto tenho mais energia, e sei que requerem mais atenção. Deixo para mais tarde aquelas que são menos exigentes e, por isso, mesmo que esteja cansada consigo executar com facilidade.

 

4) Organizar a mesa – A verdade é que a minha mesa no local de trabalho está sempre um caos. Por mais que a limpe e organize parece que a papelada ganha vida própria. E o mesmo já estava a acontecer no escritório em casa. Por isso, fiz uma limpeza grande e agora tenho tudo limpo, organizado e de fácil acesso. Para as gavetas comprei umas caixas organizadoras que ajudam a ter tudo arrumado. É muito mais fácil trabalhar num ambiente organizado.

 

5) Acabar o que comecei – Não deixar nada a meio sempre foi um dos meus principais desafios. Agora, mesmo quando tenho outras solicitações ou algo que me distraia, a não ser que seja estritamente urgente, procuro concluir a tarefa. Só depois de acabar é que passo a outra. Noto que já consigo fazer isso no trabalho quando vem algum colega falar comigo (e percebo que não é urgente). Digo: “Deixa-me só acabar isto e já falo contigo”. Nem imaginam a diferença que faz.

 

6) Faça reuniões apenas necessárias – Um dos grandes males portugueses (a meu ver) é o excesso de reuniões. E pior, reuniões ineficientes. É reunião para isto, para aquilo, mas depois não se decide nada. Quase sempre chega-se ao fim sem conclusão e a dizer: “bom, vamos então ver isso e depois marcamos outra reunião”. God, ninguém merece! Outro dos pontos que começo a conseguir fazer é definir início e fim da reunião. E acreditem que para quem fala pelos cotovelos isto não é fácil. A estratégia então passa por assim que começa a reunião ir logo direto à questão e resolver os pontos todos. Se depois sobrar tempo já podemos falar de outras coisas. O mal, muitas vezes, é que em Portugal gostamos de começar as reuniões com piadas, conversas do dia, para aliviar a tensão e ir criando ambiente. Resultado? Só ao final de meia hora é que se começam a tratar dos verdadeiros temas que nos levaram a reunir.

 

7) 'Do not disturb' – Para quem é quase dependente do telemóvel (sim, confesso, mas estou muiiiitooo melhor) para conseguir focar-me eu utilizo o 'do not disturb'. Eu sempre fui daquelas pessoas que é quase como o Síndroma de Pavlov mas com o telemóvel. Mal aquilo faz “plim” eu ia logo pegar para ver de quem era o email, a mensagem ou o que fosse. E, mesmo em silêncio, com o vibrar acabava por dar ao mesmo. Agora, quando quero focar-me ou desligar – mas sem desligar o telemóvel porque quero ver depois – coloco o ‘do not disturb’. Faço-o quando vou, por exemplo, a uma reunião na escola dos meus filhos ou mesmo quando chego do trabalho a casa e quero estar apenas em “modo mãe”. E tenho a dizer-vos que funciona. E depois quando vou a ver o que chegou até pode ser tratado depois e evitou que visse o telemóvel umas 200 vezes. Além disso, quando tenho uma tarefa urgente, por exemplo, no computador, desligo o telemóvel, fecho as redes sociais, a caixa de email e deixo só o que necessito aberto para concluir a tarefa.

 

8) Aprender a dizer não – Para muitas pessoas dizer que “não” no trabalho, ou quando nos pedem algo, é difícil. Mas a verdade é que precisamos ter a noção da nossa carga de trabalho e avaliar a capacidade para dar resposta a todas as solicitações. Dizer que sim a todas as solicitações é cair num erro que pode custar muito caro, profissionalmente e também pessoalmente. Pode implicar que não se consiga terminar todas as tarefas pedidas – quando nos comprometemos com isso – e gerar altos níveis de stress e sobrecarga de trabalho.

  

9) Delegar tarefas – Este também foi um dos grandes desafios. Sempre fui muito perfeccionista e gosto de fazer as coisas à minha maneira. No entanto, todos nós temos limites e eu já testei o meu algumas vezes. Por isso, fui obrigada a aprender a delegar. Custa no início mas depois é libertador. Temos de aceitar que a pessoa a quem delegamos não irá fazer mal, nem bem, irá simplesmente fazer de uma forma diferente da nossa. E isso não tem de ser negativo. Além disso, nada como depois falarmos e ajustarmos alguns pontos se necessário.

 

10) Rever a lista – É importante ir acompanhando a lista de trarefas, assinalar o que já cumprimos (confesso que dá algum gozo riscar o que está feito e ter a sensação de dever cumprido). E aquelas que não conseguirmos terminar podemos sempre reagendar. Por vezes, há vários imprevistos e não conseguimos fazer tudo. Isso não deve ser causador de stress. Requer apenas que voltemos a fazer um planeamento e definir novas prioridades.

 

Estas dicas, comigo, estão a funcionar. Mas se houver mais dicas por aí, partilhem!

Ajudar o próximo...

Ba 27.07.15

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Um casal de idosos carrega, cada um deles, uma pesada mala. Na rua, várias pessoas passam indiferentes a estes dois idosos que se movimentam muito devagar e vão parando para repôr forças.

 

É este o cenário de base da Flash Mob, organizada pelo Movimento do Bem, no Brasil. Quando finalmente alguém resolve ajudar aparecem várias pessoas a aplaudir e com cartazes.

 

Achei a ação engraçada e boa para relembrar que é fácil ajudar o próximo, com uma simples boa ação. Vamos lá começar a semana a semear o bem. Como diz uma amiga: "semeia o bem que o resto vem".

 

Vejam aqui o vídeo:

Pavilhão do Conhecimento transforma-se numa praia

Ba 24.07.15

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No dia 25 de Julho, o Pavilhão do Conhecimento faz 16 anos. E por ser dia de aniversário vai ter um ambiente de praia urbana, com esplanadas, cocktails moleculares, gelados de azoto, DJ e uma quermesse de ciência a fazer lembrar as festas populares desta altura do ano. 

A celabração acontece entre as 11h e as 19h. E a melhor novidade de todas… a entrada é gratuita a todos os visitantes.

 

Aqui fica o programa:

Binas científicas | 11.00 - 18.00 | Parque das Nações
Vólei de praia | 11.00 - 19.00 | Exterior
Introdução ao surf | 11.00 - 19.00 | Exterior
Dóing: Oficina de havaianas e pulseiras de tralha tecnológica | 11.00 - 19.00
Quermesse de ciência | 11.00 - 19.00 | Exterior
BLAST Dance | 11.30 - 12.00 | Exterior
Dóing: Workshop de construção de um cubóide de LEDs | 11.20 - 13.30 (inscrições aqui)
Gelados com caviar de groselha | 12.30 - 16.00 | A Cozinha é um Laboratório
Festa musical com o DJ Kaspar | 13.30 - 18.00 | Exterior
Protecção UV | 14.00 - 16.00 | Laboratório
Simulacro ISN | 15.00 | Fonte
Dóing: Workshop de construção de moinhos de areia | 15.00 - 16.30 (inscrições aqui)
Dóing: Workshop de construção de um L-Theremin | 15.30 - 18.30 (inscrições aqui)
Gelados de azoto | 15.30 - 17.30 | Exterior
Papagaios de papel | 16.00 - 18.00 | Exterior
Cocktails moleculares | 17.00 - 18.30 | Exterior

Momento alto da festa, às 16.00:
Espectáculo "Cor", da autoria da coreógrafa Marina Frangioia
Bolo de aniversário e parabéns ao Pavilhão 
Apresentação do Robô Viva 

 

Fica a dica!

Receitas com a CC: Tarte Merengada de Limão e Lima ! #2

Ba 22.07.15

Com a chegada do Verão apeteceu-me fazer uma sobremesa que já não fazia há algum tempo: tarte merengada de limão e lima. É doce mas a acidez do limão e da lima corta a doçura. Além disso, fresquinha é uma maravilha e custa cerca de 4 euros. Por isso, peguei na Cuisine Companion e deitei mãos à obra.

 

A receita é fácil de fazer e faz um brilharete numa mesa. Cá em casa voa sempre num instante.

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Ingredientes para a base de massa quebrada

- 240g farinha

- 120g manteiga amolecida

- 1 pitada de sal

- 70ml água

 

Ingredientes para o creme/recheio

- 4 gemas ovo

- 200 ml água

- 50g amido de milho (Por ex: Farinha Maizena)

- 120g açúcar

- 45g sumo limão

- 40g manteiga

- raspas de lima

 

Ingredientes para o merengue

- 4 claras ovos

- Umas gotas de lima

- 1 pitada de sal

- 50g açúcar

 

Preparação:

 

- Comece por fazer a massa quebrada:

- Coloque a farinha, manteiga e sal na taça de preparação com a lâmina para amassar/triturar e misture na velocidade 6 durante 2min 30seg. Logo ao fim dos primeiros 30seg pode adicionar a água

- Depois deverá pegar na bola de massa e deixar repousar no frigorífico durante 30 min

 

- Entretanto pré-aqueça o forno a 180º

- Retire a massa do frigorífico e estenda com um rolo de cozinha (pode utilizar papel vegetal por baixo e por cima da massa pasa facilitar). Quem não tiver pode recorrer a um copo ou, no limite, estender com as mãos diretamente na forma de fundo removível de 26cm

- Pique a massa com um garfo, para a base não inchar, e leve ao forno durante 15min. Depois retire e reserve

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- Coloque na taça de preparação todos os ingredientes para o creme/recheio (menos as rapas de lima) e programe 6 min, 90º, velocidade 5. Deite logo o creme sobre a base reservada

- Depois polvilhe com raspas de lima por cima do creme

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- Com a taça limpa coloque o acessório “batedor” e ponha as claras, as gotas de lima e o sal e programa 6 min e 30 seg na velocidade 6. Adicione o açúcar apenas no último minuto

- Cobra a tarte com o merenge. Pode utilizar uma colher para ajudar a espalhar

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- Leve ao forno para dourar

- Depois retire e deixe a arrefecer e leve ao frigorífico

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Por fim basta deliciar-se com uma fatia de tarte fresquinha.

 

Experimentem. Fica a dica!

Beatriz Rubio: "Tudo o que se faz com paixão produz resultados"

Ba 21.07.15

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Nasceu em Saragoza, em Espanha, e está em Portugal há 20 anos. Beatriz Rubio é licenciada em Economia e Gestão de Empresas e lidera os destinos da Remax Portugal juntamente com o marido, Manuel Alvarez.

 

Dona de um entusiasmo contagiante, Beatriz Rubio é o motor motivacional dos seus trabalhadores e também em outras organizações onde dá palestras. Foi distinguida como Mulher de Negócios em 2014, e recentemente, revelou ao Dinheiro Vivo qual o grande objetivo para este ano: contratar mais de 500 pessoas.

 

Em entrevista ao Blog "As Dicas da Bá", Beatriz Rubio explicou como se relaciona com as suas finanças pessoais. Leia a entrevista:

 

O que costuma trazer sempre na carteira?

A nível das finanças eu sou uma pessoa disciplinada e cautelosa. Na verdade, sempre gostei de poupar para ter algum dinheiro de lado num momento mais difícil. Como tal, o meu lema é viver bem mas sempre no fim do mês com alguma pequena poupança que ao longo dos anos se torna num bom mealheiro.

 

Quem é mais gastador: mulheres ou homens?

Tradicionalmente, as mulheres compram muito mais por impulso do que os homens, que compram de forma mais racional, mas terminam por comprar mais caro, pois é para toda a vida. Uma mulher jovem, devido à oferta existente neste momento não compra para toda a vida, compra algo que lhe fique bem, ou até pode ser espetacular mas depois de algum tempo substitui por algo novo.

 

Lembra-se o que comprou com o seu primeiro ordenado?

Com o meu primeiro ordenado ofereci a mim mesma um prémio! Fui a Londres com o meu namorado, o meu atual marido, e isto porque eu adoro viajar!!!! Desde sempre que poupo dinheiro para aplicar em viagens.

 

O melhor investimento que fez?

Vir a Portugal e ficar, pois deu me a possibilidade de comprar Remax, em Espanha já estava comprado.

 

Qual o montante que o faria deixar de trabalhar?

Neste momento eu trabalho por paixão, gosto mesmo do que faço e gosto de trabalhar, por isso não existe montante nenhuma que me fizesse deixar de trabalhar. O dia em que eu deixar de trabalhar será por ter uma paixão maior por algo.

 

Qual foi a casa mais cara que alguma vez vendeu?

A casa mais cara vendida na Remax foi por 8 milhões de euros.

 

Como é a sua casa ideal?

A minha casa ideal é uma casa funcional onde possamos estar a gosto em família, cada um com o seu espaço, mas ao mesmo tempo todos juntos e que a convivência seja muito boa. Seja uma moradia ou um apartamento, é importante ter um pequeno espaço exterior, de forma a poder realizar churrascos com amigos e ter uma pequena horta.

 

Uma espanhola que se apaixonou por Portugal possivelmente terá um coração Ibérico. Mas nas finanças, quem gere melhor o dinheiro: portugueses ou espanhóis?

Acho que os espanhóis são muito mais gastadores, só o hábito da cervejinha e umas tapas no fim do dia faz com que ao fim do mês se gaste muito dinheiro. Porém aumenta muito o convívio e as relações interpessoais.

 

Já recebeu vários prémios que a distinguiram como empresária. Conseguiu pôr a crescer uma empresa, durante a crise, que se insere num dos sectores mais afetados. Qual o segredo, e as dicas, para o sucesso?

O segredo de pôr uma empresa a faturar em tempos de crise passou por conseguir que as pessoas interiorizassem o seu principal valor, a força de vencer que está dentro delas e conseguir isso, através do foco no seu interior e relegando para segundo plano o que acontece no exterior. Foi fundamental também criar uma cultura muito nossa, na qual a Remax e todos e cada um de nós que trabalhamos por esta marca se revissem. E, por último, tudo o que se faz com paixão produz resultados.

 

Qual o objecto que não venderia por dinheiro nenhum?

Deixei para o fim aquilo que é mais difícil, o que nunca venderia por dinheiro....Talvez uma casa que tenho no Ribatejo e que eu considero como o meu lugar de repouso... E nunca venderia o meu coração por dinheiro. Sou uma mulher capaz de gerar dinheiro nas minhas empresas e por isso o meu coração é dado ao Amor e não ao dinheiro.

 

Leia também outras entrevistas aqui 

Repensar a diversidade empresarial

Ba 20.07.15

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Na semana passada tive a oportunidade de estar com um grupo de mulheres verdadeiramente inspiradoras. Fui convidada pela MetLife para participar num debate sobre diversidade empresarial (e que vai muito mais além do género "mulher/homem", já que, por vezes, há outros tipos de discriminações e estigmas no mundo empresarial).

 

O mote do encontro era “Diversidade e Sucesso Empresarial” e foram debatidos vários temas entre a liderança feminina e o sucesso nos negócios, crescimento, diversidade e talento, diversidade e competitividade empresarial, entre outros.

 

No debate estiveram a Ana Gonçalves Pereira, Directora Executiva da APDC, Carla Pereira, Directora de Marketing e Comunicação da Chronopost, Conceição Espada, Especialista em Gestão de Stress, Itziar Vizcaíno, Diretora de Recursos Humanos da MetLife, e Mónica Santiago, Presidente da European Professional Women’s Network Portugal. A moderação esteve a cargo da minha querida Madalena Queirós, jornalista do Diário Económico.

 

Gostei muito da experiência e, desde já, os meus parabéns à MetLife. É bom saber que há organizações que, de vez enquando, preocupam-se em parar para refletir sobre os problemas que afetam os trabalhadores, dando-lhes oportunidade de crescimento. Independentemente da sua condição, género, religião, estado, etc. As grandes mudanças começam com pequenos gestos.

Travesseiros da Piriquita em Cascais

Ba 14.07.15

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Os famosos travesseiros da Piriquita chegaram a Cascais. A emblemática pastelaria de Sintra abriu um novo espaço perto da baía.

 

A antiga fábrica de queijadas de Constância Piriquita, nasceu em 1862, terá iniciado a sua atividade com o fabrico de pão, anos mais tarde começou a confecionar bolos. No entanto, hoje em dia é sobretudo famosa pelos travesseiros e pelas queijadas.

 

A nova loja em Cascais fica situada na Rua Frederico Arouca (conhecida como Rua Direita) no número 266. Estão abertos todos os dias das 9h30 às 00h.

 

Fica a dica!

Técnica para deixar a chucha

Ba 09.07.15

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Convencer uma criança a deixar a chucha pode, por vezes, ser um verdadeiro drama. E cá por casa não foi excepção. O pequeno de 4 anos andava muito difícil de convencer. Eu só via o tempo a passar e tentei-o persuadir de todas as formas. Dizia que era coisa de bebé, e que ele já era crescido; que faz os dentes tortos; que qualquer dia ía para a escola dos crescidos e ía ser uma vergonha; que se ele deixasse eu comprava aquele carro de bombeiros que anda a namorar; ou mesmo que o levava a um sítio muito divertido; escondi a chucha mas ele lá descobria e roubava a do irmão de 2 anos. Tentei de tudo! Ele deixava naquele momento e horas mais tarde lá andava ele agarrado à chucha. 

 

Tinha lido há pouco tempo a história de uma mãe que resolveu usar a técnica da tesoura. Deu uma tesourada na chucha às escondidas e quando o filho pôs na boca sentiu uma coisa estranha, olhou e disse: "mãe, esta chucha está estragada". E a mãe respondeu: "pronto, agora vai para o lixo e já não vou comprar outra. Por isso, acabou". E pareceu-me uma coisa tão simples. Estava disposta a tentar mas não foi preciso. Tudo mudou neste fim-de-semana. E bastou "terrorismo psicológico alheio".

 

Tínhamos ido dar um passeio os quatro, comer um gelado e andar de carrossel. No final, quando íamos para o carro ele pediu-me a chucha. Eu disse que já não podia, que ele já era crescido, blá, blá blá... E ele utilizou a técnica da chantagem emocional (dam it! Estes miúdos são bons nisto).

- "É só um bocadinho mãe. Vá láááá... estou mesmo a precisar. Tu és tão bonita!" (Tudo isto dito a fazer beicinho e com aqueles olhinhos que parece o gatinho do Shrek). Assim:

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Qual coração de manteiga. Lá lhe dei a chucha e disse:

- "Mas é só até a casa"

- "Está bem!", respondeu-me. 

 

Entretanto, estávamos parados na passadeira à espera que o sinal ficasse verde e, confesso, nem tinha reparado num miúdo que estava ao nosso lado com a mãe. E eis que o pequeno - um pouco mais novo que ele - comenta com a mãe mas olhar para o meu filho.

 

- "Olha parece um bebé com chucha!"

Uiiii, o que aquele miúdo foi dizer. Ele soltou logo furioso:

- "Não sou nada um bebé. Tu é que és!"

- "Olha tem chucha mãe. Tem chucha como os bebés"

- "EU NÃO SOU BEBÉ!!!!", gritou enquanto tirava a chucha. E é por esta altura que começo a ver que aquilo lhe está mesmo a mexer com o ego. Até podia ser boazinha mas aproveitei a oportunidade para picar mais um pouco (era agora ou nunca".

- "Estás a ver o que a mãe te disse? Eu não disse para não usares chucha? Agora o menino diz que és um bebé!"

Ele arranca a chucha, entrega-me na mão e diz:

- "Eu não preciso de chucha. Não quero mais ouvir esta conversa".

 

Nisto o sinal fica a verde e passamos todos. Depois fomos para a direita e o miúdo e a mãe foram para a esquerda.

Eu ainda piquei mais um pouco e ele pediu colo do pai. Depois fomos no carro a falar de outras coisas (também não era preciso "bater" mais na criança) e quando chegámos a casa foi como se nunca tivesse ouvido falar da chucha. O derradeiro teste era no adormecer.

 

Pois bem, só vos posso dizer que não pediu chucha. Nada, zero, zerinho! E até hoje nunca mais houve conversa da chucha. Ele diz que já não usa. Finally!!!!!!!! Isto realmente quando mexem com o nosso ego é lixado. Agora já se sente efetivamente crescido. Chucha só para o mano. 

 

E por aí? Há histórias engraçadas com chuchas? Têm alguma técnica para partilhar? É que pode haver uma mãe desesperada a precisar de novas estratégias. Partilhem, por favor! :)

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