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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

8 Dicas para Sobreviver a uma Greve de Transportes Públicos

Ba 25.09.14

E eis que chega o dia de mais uma greve de transportes públicos. Mais um dia em que a rotina tem de ser alterada e tem de procurar soluções e alternativas para chegar ao trabalho. Quase sempre estes dias são sinónimo de caos. Mas existem algumas formas de minimizar o impacto da greve para quem anda de transportes.

 

Veja as dicas para conseguir sobreviver a mais um dia de greve nos transportes.

 

1) Ter um bom chefe – Quem tiver a oportunidade de trabalhar a partir de casa este pode ser o dia perfeito para o fazer. Basta falar com o seu chefe e explicar-lhe que em vez de chegar duas horas atrasado e perder toda uma manhã de produtividade porque estão com os níveis de irritação em máximos históricos, pode começar a trabalhar à hora certa sem problemas (até dá para dormir mais um pouco). Ganha a empresa e o trabalhador, já que quando fechar o computador em casa já está livre, ou seja, poupa em tempo na ida e regresso do trabalho.

 

2) Planeie as alternativas – Quase sempre quando há uma greve de um determinado transporte público existem outros que oferecem alternativas. Por exemplo, quando há greve de metro, habitualmente há um reforço de autocarros. Por isso, antes mesmo de se aventurar procure na internet quais são os transportes alternativos e se lhe vão permitir chegar a onde pretende.

 

3) Fale com os seus amigos que têm carro – Para quem tem carro mas anda de transportes, este dia é sinónimo de tirar o carro da garagem e pôr-se na estrada. Para quem não tem a conversa é outra. Em todo o caso é possível, por vezes, combinar com amigos ou colegas de trabalho uma ida conjunta de carro. Fale com os seus amigos ou familiares com carro e veja quem lhe pode dar boleia. Ofereça-se para partilhar custos: portagens, combustível ou mesmo estacionamento. Além de ser uma oportunidade para estarem juntos e pôr a conversa em dia, o condutor consegue reduzir os custos. E quem sabe se não se dá aqui início a um momento “carsharing” (partilha de carro).

 

4) Dê ao pedal e leve a bicicleta – Bem sei que não dá propriamente para ir do Cacém a Lisboa de bibicleta. Quer dizer, dar até dá, é capaz é demorar um pouco (se alguém já fez, diga quanto tempo levou). Conheço algumas pessoas que até moram longe da cidade mas trazem a bibicleta nos transportes públicos e depois dentro de Lisboa só andam de bibicleta. Pois bem, num dia de greve dos transportes a tarefa fica mais difícil, por isso a solução pode ser ter de vir de mais longe. Para quem não mora muito distante do trabalho é uma oportunidade para retirar a bicicleta de casa. Assim aproveita e já não tem de ir ao ginásio ao final do dia.

 

5) Dê corda aos sapatos e ande a pé – Se o mais perto que acha que consegue chegar do trabalho ainda fica a uns quilómetros do trabalho, prepara-se para dar corda aos sapatos e andar a pé. Por vezes é a melhor, e mesmo a única, alternativa para garantir que chega ao trabalho e não fica preso no trânsito. Calce uns ténis e leve os sapatos com que costuma ir trabalhar numa mochila. Troque quando chegar ao local de trabalho. Assim garante que não descura no visual mas também não descarta o conforto que é preciso quando se tem de andar muito a pé.

 

6) Apanhe um táxi – Quando já poucas alternativas restam, tem um compromisso inadiável – e daqueles que não pode chegar atrasada, nem num dia de greve – o táxi pode mesmo ser a única salvação. Mas prepara-se porque vão existir, possivelmente, várias pessoas a gladiar-se por um. Já assisti a duas pessoas a entrarem num táxi ao mesmo tempo num dia de greve e tenho-vos a dizer que não foi bonito de se ver. Chamar táxis é quase impossível, o melhor mesmo é dirigir-se à praça de táxis mais próxima e pensar que hoje terá de gastar um pouco mais na deslocação e que depois compensa noutra despesa.

 

7) Comece a pensar em comprar uma mota – Confesso que quando estou parada no trânsito, numa fila de transportes e vejo a malta das motas toda ligeirinha a passar eu penso: “Pronto, tenho de ir tirar a carta de mota. É desta!”. Bem sei que para conduzir uma 125cc não preciso de carta mas se for acima disso lá tem de ser. Poupa-se no combustível (porque não se fica ali no parado), no estacionamento (não há cá parquímetros nem coisas do género), nas portagens (para quem tem via verde há descontos nas motas) e, acima de tudo, poupa-se tempo. Claro que depois da carta falta a mota mas até se encontram com preços simpáticos. Definitivamente que já estou a pensar nisso.

 

8) Aceite e Sorria – Se há coisa que aprendi nos últimos meses é aceitar - sobretudo aquilo que não podemos mudar e não depende de nós - e sorrir. Até porque a noa disposição é fundamental. Entre ficar mal ou bem disposta, gosto mais da segunda opção. Por isso, se há greve não vai poder alterar essa circunstância. Pode escolher passar o dia todo a refilar e mal disposto com o trânsito ou simplesmente ir fazendo tudo calmamente e aceitar que, neste dia, a correria vale de pouco. Quando chegar, chegou. E o que se pretende é chegar bem. O resto são histórias. Amanhã os transportes estão de volta à selva urbana e nós também (e com menos rugas e cabelos brancos porque nos chateamos menos).

 

Se tiverem mais dicas por aí, partilhem!

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