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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

Como eu faço o meu Orçamento Familiar

Ba 08.01.16

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Para muitos portugueses atravessar todos os dias de um qualquer mês é um complexo exercício financeiro, que nem sempre corre da melhor forma. Paga-se a prestação da casa, do carro, as contas da água, luz, gás. Depois o telemóvel, a Internet, as compras do supermercado. Ainda a lista das despesas vai a meio e o dinheiro parece já não chegar para fazer face a todos os compromissos. Sobra mês ao fim do ordenado.

 

Nos últimos anos, as famílias sofreram cortes nos ordenados, o que ainda dificultou mais a gestão do orçamento familiar. No entanto, também o facto de não conhecerem, ou não estarem habituados a utilizar as ferramentas que permitem uma gestão mais eficaz das contas pessoais, acaba por dificultar a gestão do dinheiro.

 

Para saber para onde vai o nosso dinheiro, de forma exata, só mesmo fazendo um orçamento e apontando todas as despesas.

 

Certamente já vos aconteceu iniciar o dia com 10 ou 20 euros e chegar à tarde só com algumas moedas e aquela sensação de incredulidade sobre como as notas se evaporaram. “Mas o que é que fiz ao dinheiro?”. É por isso mesmo que temos de apontar. Isso depois dá-nos uma fotografia das nossas finanças e permite-nos ver que despesas podemos reduzir e quanto podemos poupar.

 

No final do ano, falei-vos aqui que, em 2015, consegui gastar menos 30%, no total do ano (face ao anterior). Só consegui chegar a essa conclusão porque tenho tudo apontado.

 

Eu já faço orçamento há muitos já experimentei várias ferramentas. Comecei com um caderno, a apontar receitas e despesas, passei para folhas de Excel no computador e depois programas específicos. 

 

E é aqui que vos quero falar de uma ferramenta de gestão de finanças pessoais, realizada por um empresa portuguesa, que já conhecia há uns anos, e que é das melhores no mercado: Boonzi.

 

Uma das características do Boonzi é o facto de permitir, de forma simples e totalmente segura, importar os extractos bancários de vários bancos nacionais. Ou seja, se tiver conta em mais que um banco consegue gerir tudo no programa.

 

Ao fazer a importação, o Boonzi classifica automaticamente as despesas e receitas. No entanto, o utilizador pode sempre fazer uma gestão mais personalizada. 

 

Apenas o dinheiro que temos na carteira, e os gastos que tivemos com ele, têm de ser introduzidos à mão. No entanto, esta ferramenta tem uma aplicação para o telemóvel que sincroniza as despesas que introduzimos à mão. Por isso se bebemos um café podemos logo apontar no telemóvel que a despesa é introduzida no programa.

 

Ao categorizar as despesas e receitas, o programa vai gerar relatórios e gráficos detalhados e intuitivos. A análise a esses relatórios permitem saber com exatidão quanto gasta em combustível, juros de crédito, electricidade, entre outras categorias, e assim criar objectivos mensais de poupança.

 

Além disso permite também fazer orçamento para os meses seguintes e ajustar. Ou seja, se sabemos, por exemplo, quanto gastamos exatamente em telecomunicações todos os meses podemos projetar, mensalmente, esse custo no orçamento de cada mês. Mas se, por exemplo, sabemos que em Junho temos o seguro da casa ou do carro, que não temos nos outros meses, podemos colocar logo no orçamento de Junho e isso permite-nos saber antecipadamente quanto dinheiro temos de ter.

 

Enfim, não vou estar aqui a detalhar-vos porque acho que o melhor mesmo é experimentar. Há duas versões, uma gratuita (que tem algumas limitações e publicidade) e outra paga (com todas as funcionalidades e sem anúncios).

 

Recomendo que experimentem. Nem que seja a versão gratuita. E depois digam se não descobrem (às vezes é mesmo assustador) quanto dinheiro gastamos em algumas coisas que nem nos apercebemos.

 

Fica a dica! 

 

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