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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

Dica para pouparem mais de 80% nos manuais escolares

Ba 27.06.17

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O fim do ano letivo significa o termino de mais um ciclo na vida de muitas crianças e jovens. Para os professores e escolas significa começar a preparação do próximo ano que arranca em setembro, e que marca o regresso às aulas dos mais novos. Habitualmente é um mês de muitas despesas para as famílias. No entanto, essas despesas podem ser reduzidas se forem planeadas com tempo e também se encontrarem algumas alternativas. Um exemplo disso é a empresa que vos apresento hoje: a Book in Loop.

 

Trata-se de uma plataforma online de reutilização de livros e maunuais escolares, que permite aos consumidores pouparem na compra dos livros e ainda poderem ganhar com a venda dos usados.

 

Quem compra manuais usados pode poupar até 60% do Preço de Venda ao Público (PVP). Se vender is usados, pode receber até 20% do preço original do livro. Ou seja, ao fazer o ‘loop’ completo de compra e venda, pode poupar até 80% nos manuais escolares.

 

Por exemplo: Uma família que gaste 215 euros por ano pode poupar 129 euros ao comprar os livros na plataforma podendo, ainda, reaver 20 por cento do que gastou nos manuais do ano anterior se decidir entregá-los. Um valor na ordem dos 40 euros. Isto significa que, ao fazer o ’loop’ completo de compra e venda, uma família poderá poupar até 80 por cento nos manuais escolares. Neste caso cerca de 170 euros.

 

Para se inscrever e participar neste movimento de "economia de partilha"  basta entrar no site ou fazer o download da aplicação e inscrever-se. Convém ainda ter atenção às datas e critérios tanto para venda como para compra. Consultem aqui.

 

Na Book in Loop, todos os manuais escolares passam por um processo de identificação e controlo de qualidade certificado pela Universidade de Aveiro. Este garante que o estado de conservação dos manuais não causa quaisquer prejuízos na aprendizagem dos novos utilizadores e que são os adotados na respetiva escola.

 

Para quem queira poupar esta é uma boa oportunidade.

 

Fica a dica!

 

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Manuais gratuitos para todos os alunos do 1º ano

Ba 10.03.16

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Todos os alunos do 1º ano de escolaridade vão ter manuais gratuitos a partir do próximo ano, confirmou o Ministério da Educação.

 

"O ano letivo 2016/2017 será o ano zero desta medida e abrangerá todos os alunos do 1.º ano do 1.º ciclo do ensino básico. Neste ano zero serão distribuídos gratuitamente os manuais escolares. Os restantes recursos didáticos não estão incluídos na medida nesta fase inicial. O custo de implementação desta medida no ano zero está estimado em cerca de três milhões de euros para o ano letivo 2016/2017", adiantou à Lusa o Ministério da Educação (ME).

 

Em cima da mesa está a discussão de um modelo que pretende tornar gratuitos não só os manuais, mas todos os recursos didáticos, e para todos os anos da escolaridade obrigatória.

 

"Com vista à efetivação deste modelo em todos os ciclos de ensino, será constituído um grupo de trabalho, do qual decorrerá um plano plurianual de implementação do modelo de gratuitidade na aquisição e reutilização de manuais escolares e recursos didáticos", explicou o ministério.

 

Tendo em conta que para o próximo ano letivo tenho um filho a ir para o 1º ano é uma boa notícia para o orçamento cá de casa.

 

Os problemas de levar os miúdos à escola de fato de treino ou pijama

Ba 30.01.16

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Quem já levou os filhos à escola de fato de treino (e não é professor de educação física nem vai para o ginásio), ou mesmo de pijama, ponha os braços no ar! \o/ (estou a ver uns sorrisos mas os braços para baixo. Vá confessem!)  Pois é meus amigos, a grande maioria de nós já o fez.

 

Eu sei que é verdade que há dias que uma pessoa atrasa-se e os miúdos não ajudam e andam molengões.  E para não chegarem quase à hora de almoço à escola, optamos por vestir qualquer coisa (lá está o fato de treino, ou mesmo uma camisola por cima do pijama) e vamos a voar pô-los à escola para depois regressar a casa e, finalmente, vestirmo-nos para ir trabalhar. 

 

No entanto, eu queria falar-vos dos problemas de irmos vestidos com estas indumentárias alternativas (falo pela minha experiência). São essencialmente três

 

1) Toda a gente vai reparar. Nós achamos que não importa, que um fato de treino ou uma camisola por cima está óptimo. Estamos só descontraídos, casual, e confortáveis (not!). O nosso cabelo está todo no ar não só porque não nos penteámos como começámos a manhã aos berros com a pequenada para se despacharem. Basicamente, estamos só com ar de alucinados.

 

2) Os óculos escuros não nos tornam invisíveis. Esqueçam: os óculos escuros minimizam (apenas porque não nos olham para os olhos) mas não resolvem. É como se tivessemos uma seta gigante a apontar para nós a dizer "Red alert: Acabou de sair da cama!!!). E sim, eu nestas ocasiões ponho os óculos escuros dentro de casa e só volto a tirar quando regresso. Mesmo que tenha de entrar na sala de aula não tiro os óculos.

 

2) Encontrar pessoas conhecidas. Esta é aquela parte mais espetacular de todas. Uma pessoa anda sempre toda catita, ou vá, apresentável. Pois é no dia em que vai assim de fato de treino com resto de comida da pequeno-almoço nas calças que nos cruzamos com pessoas conhecidas. E conhecidas entenda-se: pessoas que trabalham noutras empresas, até com cargos importantes, e com as quais tenho de lidar profissionalmente. Eu só fico a pensar: "Olha que sorte. Estou toda desgrenhada, com um fato treino cheio de papa e fui-me cruzar com o CEO da empresa que vou entrevistar amanhã. Ahhhh... que maravilha! Deve estar a pensar coisas óptimas". Sinto que é quase como me conhecesse na intimidade. É aquele efeito de andamos de biquini a fazer túneis na areia, no verão, no Algarve (onde está 2/3 da população portuguesa), e subitamente ouvimos: "Olá Bárbara, está tudo bem?". E quando olhamos, pimbas. Lá está. Uma pessoa com a qual nos relacionamos profissionalmente a ver-nos de biquini. Praticamente despidas, de rabo para o ar e cheia de areia. Um quadro lindo!

 

É por isso, meus amigos, que eu agora não vou mais nestas figuras. Tenho já umas 2 a 3 roupas preparadas para estas ocasiões que são rápidas de vestir e não comprometem. Os óculos mantenho e o cabelo procuro, pelo menos, pentear. No verão tudo isto é mais fácil. É só pôr um vestido, umas sandálias, e voilá! Aqui vamos nós em versão Boho Chic.

 

Portanto, separem já umas roupas S.O.S. Nunca se sabe se na próxima semana não teremos de recorrer à indumentária alternativa.

 

Fica a dica!

O telefonema da escola que não queremos receber...

Ba 20.01.16

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Toca o telefone. Não reconheço o número e atendo: "Estou..."

Do outro lado não fala ninguém e insisto: "Estou sim..."

Finalmente, do outro lado da linha uma voz familiar: "Estou mãe, fala aqui da escola. É a professora L."

- "Olá professora, tudo bem?"

- "Mais ou menos, mãe". O meu coração desacelera...

- "Então, o que é que se passa?", pergunto.

- "É o nosso pequeno. Ele estava a brincar lá em baixo...", e eu interrompo com um longo "siiimmmmm...". 

- "Sabe eles são rapazes, e estavam a correr para a balizar e depois houve um choque". E eu insisto: "siiimmmm" (na minha cabeça já só fico à espera de ouvir qualquer coisa do género, partiu isto ou aquilo)

- "E ele bateu com a cabeça e fez um corte no olho". A professora sem me deixar falar continua a dizer "é um corte pequenino no sobrolho. Mas está a deitar sangue e ele chorou muito e se calhar o melhor é ser visto". 

E eu só respondo: "Ok. Vou já buscá-lo". Este é o tipo de telefonema que sempre que ligam da escola ficamos com receio de receber. Não é à toa que a primeira coisa que dizem é: "mãe, é da escola mas está tudo bem". E depois lá dão o recado. Mas desta vez não estava tudo bem. O meu pequeno tivera o seu primeiro (espero que único) acidente escolar que implicava uma deslocação ao hospital. 

Pus-me no carro e qual mãe com asas, qual quê. O carro parecia o Batmobile. No caminho só pensava no meu pequeno. Em como devia estar assustado. O facto de não ter partido nada tranquilizava-me. Mas precisava de lhe dar mimo. Em menos de nada cheguei à escola. Lá estava ele sentado a choramingar. Quando me viu largou num pranto. Tinha um bloco de gelo com um papel. Quando retirou para mostrar lá estava o malandro do golpe no sobrolho do meu pequeno. À partida não parecia ser grave mas nada como ir ao médico até porque talvez precisasse de um pontinho.

Cheguei ao hospital e ainda tive uma cena engraçada (que não teve graça na altura). A senhora da recepção viu-me a retirar a senha e eu com ele ao colo (e ele já não é leve), percebe o meu olhar, desvia o telefone e diz: "tem de esperar um bocadinho". Ao que eu respondo: "Não pode é ser muito porque está com isto aberto". Pronto, a senhora lá percebeu que era melhor desligar o telefone. Entrou para a triagem e depois entrou direto para ser visto. Com muito choro e gritos lá limparam o corte e a coisa resolveu-se com uma espécie de uma cola cicatrizante (eu só pensava, o jeito que isto tinha dado no meu tempo quando jogava hóquei em patins. Sim, porque cheguei a jogar com pessoas que depois de boladas e stikadas punham apenas uma ligadura e jogavam de cabeça aberta. Grandes malucas!).

Depois da cola, de ser visto lá recebeu alta  e acabámos por ir os dois almoçar aos hamburgueres, até porque ele precisava de um miminho. Felizmente não foi nada de grave e já anda aos piparotes. Aguenta coração de mãe!

 

Famílias portuguesas esperam gastar 525 euros no Regresso às Aulas

Ba 23.08.13
O valor médio gasto pelas famílias portuguesas no Regresso às Aulas tem vindo a aumentar, nos últimos anos. Em 2011 situava-se nos 499 euros, em 2012 nos 507 euros e em 2013 chega aos 525 euros, de acordo com um estudo recente do Observador Cetelem.


Este estudo questionou também os portugueses sobre as intenções de utilização do cartão de crédito para as compras relacionadas com o regresso às aulas e, 23% dos inquiridos afirmam que ponderam recorrer a esta forma de pagamento.

Na análise 28% dos inquiridos afirmam que para preparar o início do ano letivo necessitam de gastar entre 250 e 500 euros, 17% ponderam ficar entre os 500 e os 750 euros e outros 17% não esperam usar mais de 250 euros. Um número residual de indivíduos (2%) conta gastar mais de 1.500 euros. 

Como forma de pagamento, 23% dos inquiridos admitem recorrer ao cartão crédito para fazer face às despesas do ano letivo que está prestes a começar. Quando questionados sobre o montante a utilizar, em média contam usar 376 euros.

A análise foi realizada em colaboração com a Nielsen e aplicada, através de um inquérito quantitativo, a 600 indivíduos de Portugal Continental, de ambos os sexos, dos 18 aos 65 anos, entre o período de 26 a 27 Junho. O erro máximo é de +0,4 para um intervalo de confiança de 95%.

O estudo acaba por revelar as despesas elevadas que as famílias enfrentam sobretudo nesta altura do ano, forçando as famílias a uma gestão cuidada do seu orçamento.

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Exame de aritmética e geometria de 1968. Quem passava neste teste?

Ba 18.07.13
As médias dos exames nacionais de matemática do 6º e 9º ano desceram e estão agora abaixo dos 50%.

No caso dos exames no ensino básico, no 4º ano, que tiveram a sua estreia este ano, a média foi de 56,9%.

Os exames para os alunos do 4º ano do Ensino Básico regressaram este ano. Embora as provas de aferição já existissem, agora os exames vão contar para a conclusão do 1º ciclo de estudos, coisa que não acontecia desde a introdução do exame da 4ª classe, em 1956.

As antigas provas eram divididas em: Ditado, Redação, Aritmética e Geometria e Desenho, ao contrário dos novos exames que vão incidir apenas nas disciplinas de Português e de Matemática.

Aqui temos um exemplar de um exame de Aritmética e Geometria de 1968. (Clique aqui para ver)

Agora vamos lá saber, quem passaria neste exame? Acham fácil ou difícil?