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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

Um cartão que funciona como um seguro de saúde em viagem...gratuito!

Ba 17.07.17

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Sabia que há um seguro de saúde em viagem que pode permitir-lhe poupar dinheiro em muitas despesas (que esperemos que obviamente não seja necessário)? Falo-vos do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD).

 

Se vai viajar para algum dos 28 países da União Europeia, e ainda Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça,este cartão permite o acesso aos cuidados de saúde no país onde está a passar férias, ou está deslocado temporariamente.


Este é um cartão de modelo único, comum a todos oa países referidos, gratuito e concebido para simplificar a identificação do seu titular e da instituição que financeiramente é responsável pelos custos dos cuidados de saúde de que este possa vir a necessitar.

 

É preciso pagar para ter o cartão?

Não. Este cartão é totalmente gratuito e tem validade de três anos. 

 

Pode ser uma alternativa ao seguro de viagem?

Segundo a Segurança Social, este cartão não é uma alternativa ao seguro de viagem, nem abrange as situações em que a pessoa se desloca a outro Estado com o objectivo de receber tratamento médico. Não cobre também cuidados de saúde prestados no sistema de saúde privado nem outras despesas, como o custo do repatriamento ou indemnizações por bens perdidos ou roubados.

 

E se uma pessoa se esquecer do cartão ou não tiver mesmo o cartão?

Numa situação dessas, o tratamento não pode ser recursado. O que pode acontecer é o doente ter de pagar os cuidados de saúde direatmente ao prestador e depois, quando regressar a Portugal, pedir o reembolso das despesas.

 

Onde se pode pedir o cartão?

Pode pedir pela internet, através da Segurança Social Dirteta, ou presencialmente, conforme o subsistema de saúde, nos locais indicados aqui no site.

 

Podem consultar todas as informações aqui.

 

E porque na saúde mais vale prevenir do que remediar, partilhem a informação com que for viajar. Fica a dica!

 

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Vamos descobrir novos paradigmas da relação com o dinheiro!

Ba 28.06.17

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Já está completo o grupo que irá participar na primeira tertúlia financeira organizada em parceria com o MoneyLab, o projeto de literacia financeira fundado por mim. Para quem não sabe eu trabalho nesta área de educação financeira há mais de 12 anos e tenho várias especializações em finanças pessoais.

 

Esta primeira Money Talk será dedicada a "Dicas e Estratégias de Poupança" e a adesão foi a incrível. Embora só esteja a revelar a informação agora, a verdade é que a sessão esgotou em menos de um hora, depois de ter anunciado aqui no blog. No dia 8 de julho, estas pessoas vão iniciar uma mudança nas suas vidas e conhecer novos paradigmas na relação com o dinheiro. Confesso que até estou um pouco ansiosa. É que se há algo que eu amo fazer na vida é isto! E mesmo passados todos estes anos continuo a sentir aquela super energia e adrenalina de preparar uma sessão para novos participantes. :)

 

Aproveitem também para subscrever o canal de Youtube do Moneylab e também o Instagram. Haverá novidades muito em breve. 

Dica para pouparem mais de 80% nos manuais escolares

Ba 27.06.17

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O fim do ano letivo significa o termino de mais um ciclo na vida de muitas crianças e jovens. Para os professores e escolas significa começar a preparação do próximo ano que arranca em setembro, e que marca o regresso às aulas dos mais novos. Habitualmente é um mês de muitas despesas para as famílias. No entanto, essas despesas podem ser reduzidas se forem planeadas com tempo e também se encontrarem algumas alternativas. Um exemplo disso é a empresa que vos apresento hoje: a Book in Loop.

 

Trata-se de uma plataforma online de reutilização de livros e maunuais escolares, que permite aos consumidores pouparem na compra dos livros e ainda poderem ganhar com a venda dos usados.

 

Quem compra manuais usados pode poupar até 60% do Preço de Venda ao Público (PVP). Se vender is usados, pode receber até 20% do preço original do livro. Ou seja, ao fazer o ‘loop’ completo de compra e venda, pode poupar até 80% nos manuais escolares.

 

Por exemplo: Uma família que gaste 215 euros por ano pode poupar 129 euros ao comprar os livros na plataforma podendo, ainda, reaver 20 por cento do que gastou nos manuais do ano anterior se decidir entregá-los. Um valor na ordem dos 40 euros. Isto significa que, ao fazer o ’loop’ completo de compra e venda, uma família poderá poupar até 80 por cento nos manuais escolares. Neste caso cerca de 170 euros.

 

Para se inscrever e participar neste movimento de "economia de partilha"  basta entrar no site ou fazer o download da aplicação e inscrever-se. Convém ainda ter atenção às datas e critérios tanto para venda como para compra. Consultem aqui.

 

Na Book in Loop, todos os manuais escolares passam por um processo de identificação e controlo de qualidade certificado pela Universidade de Aveiro. Este garante que o estado de conservação dos manuais não causa quaisquer prejuízos na aprendizagem dos novos utilizadores e que são os adotados na respetiva escola.

 

Para quem queira poupar esta é uma boa oportunidade.

 

Fica a dica!

 

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Money Talks: Dicas e Estratégias de Poupança

Ba 22.06.17

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Recentemente falei-vos aqui no blog das Money Talks. Quer dizer, na verdade não cheguei a revelar muito na altura. Pedi apenas a quem estava interessado numa sessão de finanças pessoais para deixar os seus contactos que depois iria receber mais informação. E foram bastantes as pessoas que se pré-inscreveram e, por isso, tiveram acesso em primeira mão a esta informação que estou agora a colocar no blog. 

 

Para quem não tinha visto fica agora a saber da oportunidade de entrar num novo mundo e começar a controlar o seu dinheiro, em vez de deixar que o dinheiro o controle a si. Preparem-se a aprender novas dicas de poupança, a conhecer novas estratégias de investimento, os segredos dos grandes investidores e como pode começar um plano de ação para a sua indepedência financeira.

 

Todos estes temas são tratados, estudados e colocados em prática nos workshops do MoneyLab - um projeto de literacia financeira focado na formação e conteúdos de finanças pessoais.

 

O que são as Money Talks?

As MoneyTalks foram criadas e desenvolvidas pela fundadora do projeto MoneyLab, Bárbara Barroso, e pretendem descomplicar os temas relacionados com dinheiro e as finanças pessoais. No fundo, tratam-se de tertúlias financeiras para um grupo restrito de pessoas (já que há limites de inscrições). Nestas sessões irá falar-se abertamente sobre os vários tópicos do tema escolhido. Sem tabus, sem medos. O objetivo é que todos os participantes saiam esclarecidos e com vontade de assumir verdadeiramente as redeas das suas finanças.

 

Depois de um pequeno inquérito, que também lancei aqui no blog, o tema escolhido para primeira MoneyTalk foi: "Dicas e estratégias de Poupança". Iremos falar sobre como conseguir reduzir os custos no nosso orçamento nas mais diversas categorias. Como uma boa conversa faz-se da participação de todos tragam além de dúvidas, também sugestões. E, acima de tudo, a mente aberta para mudar!

 

Data e duração8 de Julho (Sábado) das 10h30 às 13h.

 

LocalLisboa (Chiado).

 

Como me posso inscrever?

Basta enviar um email para info@moneylab.pt, cujo assunto do email seja "MoneyTalk: Dicas e estratégias de Poupança" e indicarem o vosso nome, email e número de telemóvel. Depois irão receber as indicações para finalizar o processo. Atenção: o número de inscrições é limitado!

 

Qual o valor da sessão?

Esta é uma oportunidade única para todas as pessoas terem acesso a uma formadora reconhecida e especializada nesta área, além da partilha de conteúdo valioso que pode mudar a sua vida. Por ser a primeira, por querer que ninguem deixe de ir por questões financeiras, esta sessão em particular tem um preço simbólico. E quanto precisa de investir? Atenção, estão preparados? 1 euro. Sim, isso mesmo. Leram bem e não falta nenhum número. Tem o valor simbólico de 1 euro. Não há desculpas para não participarem. E no dia da sessão vão perceber o porquê.

Nota muita importante
Os lugares são limitados e as inscrições são feitas por ordem de chegada, após verificação e validação de toda a documentação. Envie o email e garanta o seu lugar agora.

 

Aproveitem também para subscrever o canal de Youtube do Moneylab. Haverá novidades muito em breve. 

 

A chave do sucesso está na educação financeira!

Poupança à vista: fim do roaming na União Europeia!

Ba 14.06.17

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A partir de 15 de Junho fazer chamadas ou aceder à intenet através do telemóvel vai ficar mais barato para quem viaja dentro da União Europeia. É a entrada em vigor de uma nova lei que põe fim ao roaming entre os 28 países da União Europeia. Isto significa que, a partir de agora, enviar mensagens, fazer chamadas ou navegar na Internet quando visitam um Estado-Membro da UE vai custar exatamente o mesmo preço que pagaria se estivesse no seu país de origem. Uma poupança enorme para quem costuma viajar para estes países. 

 

Quais os países que fazem parte?

Aplica-se aos 28 países que ifazem parte da União Europeia: Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polónia, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Espanha, Suécia e Reino Unido (a continuação do Reino Unido irá depender do 'Brexit'). Numa fase posterior, está prevista ainda a adesão da Islândia, Liechtenstein e a Noruega.

 

Os utilizadores não têm de fazer nada para beneficiarem desta situação, caso viajem para qualquer um destes países. Em todo o caso, e para evitar alguns excessos, nos casos em que as comunicações através de roaming sejam superiores às domésticas, por um período de quatro meses, o operador notifica o cliente. Depois estes terá 14 dias para esclarecer a situação, caso contrário é-lhe cobrada uma sobretaxa de utilização do serviço roaming. Qualquer dúvida deverá contactar diretamente o operador.

 

Esta é, de facto, uma medida que vem beneficiar bastante os consumidores que viajam pela União Europeia. Partilhem a informação.

 

Fica a dica!

 

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Money Talks: vamos falar sobre finanças pessoais

Ba 08.06.17

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Quem me acompanha sabe que estou ligada à área de educação financeira há vários anos. Além de ter lançado projetos de conteúdos destes temas em vários órgãos de comunicação social, sou a fundadora do projeto de literacia financeira MoneyLab, e dou formação, workshops e paletras como especialista em finanças pessoais e coach financeira. Desde o final do ano passado, até na sequência do lançamento da Agenda da Poupança 2017, e depois de vários pedidos, voltei a reforçar as horas de formação. 

 

Já há algum tempo que andava a planear um projeto que envolvesse também o blog... e aqui estou eu. Ainda não vos posso revelar tudo. No entanto, apenas vos deixo um desafio: quem está interessado em participar numa sessão de finanças pessoais? A única coisa que vos peço é que preencham os formulário com os dados pedidos. Depois irão receber informação sobre isto das "Money Talks".

 

Preencham os dados, partilhem a informação com os amigos e familiares. Vamos cuidar das nossas finanças pessoais!

Santander compra Popular. O que acontece ao meu dinheiro e crédito?

Ba 07.06.17

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Foto: Reuters

O Santander comprou o Banco Popular por um euro, numa medida de resolução anunciada pelo Banco Central Europeu (BCE). São muitos os clientes que têm levantado dúvidas sobre as suas poupanças e empréstimos. O Banco de Portugal garante que nada muda, assim como Ana Botín, presidente do grupo Santander que passou a integrar o Banco Popular. Mas para que fique tudo esclarecido vejam aqui as respostas:

 

1) O dinheiro que tenho depositado no Banco Popular está seguro?

Sim, todos os depósitos estão garantidos, independentemente do valor que tinha depositado. O Banco de Portugal já veio esclarecer, em comunicado, que  "a filial portuguesa do Banco Popular Español – o Banco Popular Portugal, S.A. – não foi objeto de qualquer medida de resolução e está incluída no perímetro de venda, pelo que passa a integrar o grupo do Banco Santander. Para o Banco Popular Portugal, esta medida não implica qualquer alteração na atividade do banco português, que continua a operar com total normalidade, agora integrado num novo grupo bancário". Além disso, todos os depósitos também estariam sempre garantidos até 100 mil euros por depósito e por depositante, segundo o Fundo de Garantia de Depósitos.

 

2) Há alteração na remuneração das aplicações que tinha no Banco Popular?

As remunerações das aplicações serão mantidas segundo o que estava acordado com o Banco Popular. Agora apenas passam a estar debaixo da esfera do Banco Santander. Não há qualquer alteração.

 

3) O que acontece ao meu crédito?

Não muda nada para os clientes com empréstimos antigos do Banco Popular. As condições acordadas irão continuar a ser as mesmas e serão agora asseguradas pelo Santander. Já para quem pretenda vir a fazer um novo crédito, aí as condições já serão as apresentadas pelo Santander Totta, que é o banco em Portugal que passará a ficar responsável pela operação.

 

4) Os balcões vão mudar?

Não. Para já tudo se irá manter. Ainda não é conhecido o plano de alteração dos nomes das agências de Banco Popular para Banco Santander mas serão as mesmas pessoas a continuar a atendê-lo. Claro que nos processos de fusão entre bancos pode acontecer haver, mais tarde uma reorganização, mas nesta primeira fase tudo se mantém igual para os clientes do Popular.

 

5) Posso continuar a utilizar os mesmos cartões de débito e de crédito do Banco Popular?

Sim. Todos os clientes do Banco Popular podem continuar a utilizar normalmente os seus cartões e contas. Apenas quando o processo de integração do Popular no Santander estar totalmente concluído é que deverão ser emitidos novos cartões. Não há qualquer impacto em termos de pagamentos ou utilização de conta.

 

Partilhem!

 

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10 Dicas para poupar nas viagens de avião

Ba 07.06.17

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Se está a pensar em marcar um voo para a sua próxima viagem e não quer arruinar o seu orçamento talvez seja interessante avaliar estas dicas. Algumas já tinham sido publicadas na Agenda da Poupança 2017, outras não. Aqui ficam 10 sugestões para poupar nas viagens de avião:

 

1) Compare os preços através de motores de busca para viagens. Os sites da Momondo, Edreams, Rumbo ou Skyscanner são apenas alguns exemplos que lhe oferecem várias companhias aéreas e apresenta os melhores preços conforme os critérios de pesquisa.

 

2) Coloque alertas de preços nos motores de busca. Assim quando os bilhetes estiverem ao preço que pretende irá receber um alerta.

 

3) Faça pesquisa também nos sites das companhias aéreas. Muitas vezes há campanhas de desconto durante alguns dias e é possível encontrar preços mais apelativos.

 

4) Compre o bilhete de avião na altura certa. A terça-feira, após a hora de almoço, sempre foi denominado como o melhor dia para se comprar bilhetes, já que as companhias aéreas optam muitas vezes por esse dia para colocar promoções. No entanto, um estudo da empresa norte-americana Airlines Reporting Corporation (ARC), indicou que os bilhetes de avião mais económicos encontram-se ao domingo. Já para voos internacionais é recomendada uma antecedência de 171 dias.

 

5) Seja flexível nas datas. Por vezes basta alterar a hora ou o dia para conseguir preços mais baixos. Evite os fins de semana, e alturas de grande afluência.

 

6) Fazer escalas, em vez de optar por voos diretos, pode sair mais barato. Faça as contas e veja, conforme a sua agenda, se não lhe compensa mais fazer umas paragens noutros aeroportos.

 

7) Os aeroportos secundários podem ser também uma solução para conseguir baixar o preço total dos voos. Se vai fazer escala avalie as várias soluções.

 

8) Se for um viajante mais assíduo informe-se da possibilidade de adquirir um passe aéreo. Há companhias que oferecem essa possibilidade até para fidelizar clientes

 

9) Procure os descontos especiais para estudantes. Pode consultar, por exemplo, o site da Statravel para encontrar viagens com descontos exclusivamente para estudantes.

 

10) Aproveite para acumular as milhas de passageiro frequente. Há companhias que costumam lançar campanhas de bilhetes-prémio a metade ou menos das milhas que são normalmente necessárias.

 

Ficam as dicas e boa viagem!

 

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Saiba como fazer um 'check up' financeiro

Ba 06.06.17

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Chegados a meio do ano é tempo de balanços. Esta é uma boa altura para se olhar para a primeira metade do ano e avaliar o que correu bem, menos bem e se estamos no caminho certo para atingir os nossos objetivos. Se as coisas não correram como o previsto não há problema. Basta ajustarmos o nosso plano, redefinirmos as metas e iniciar um novo plano de ação. 

 

Para isso é sempre importante avaliar onde estamos e definir para onde vamos. Por isso, recupero um conjunto de princípios que já tinha escrito há algum tempo e que continuam atuais. Façam um 'check up' às vossas finanças em 10 passos:

 
1- Pense no seu orçamento como a contabilidade de uma empresa
Faça um balanço e um mapa de fluxo de dinheiro (receitas e despesas). O balanço vai ajudá-lo a compreender os seus activos e passivos. Em termos práticos, activos é o que coloca dinheiro no bolso e tem valor, e os passivos são as suas dívidas. Por exemplo: depósitos ou a casa são considerados activos. Já o empréstimo da casa é um passivo. O mapa de fluxo de dinheiro permitir-lhe registar todas as entradas e saídas de dinheiro. Por exemplo, os 100 mil euros do crédito da casa são registados como um passivo, mas a prestação, por exemplo, de 400 euros é registada no seu mapa de receitas e despesas.
 
2- Avalie a sua situação líquida
Este indicador vai ajudá-lo a compreender como ficaria a sua situação se utilizasse todos os activos para eliminar os passivos. Por essa razão, deverá aplicar a fórmula: activos - passivos =saldo líquido. Se o resultado for positivo, está no bom caminho. Significa que se vendesse tudo hoje teria dinheiro suficiente para pagar as despesas e ainda sobrava capital. Se for negativo talvez esteja na altura de reavaliar o seu orçamento.
 
3- Avalie a sua liquidez
Ao analisar as suas finanças é importante também avaliar a liquidez. Para isso poderá utilizar a seguinte equação: activos líquidos - passivo circulante = liquidez. São considerados activos líquidos, todos os activos convertíveis em dinheiro em menos de um ano, enquanto o passivo circulante são as dívidas que podem ser pagas até um ano. O resultado indica o seu estado de liquidez e deve ser maior do que um, porque esse é o ponto em que ambos os factores são iguais. O ideal é que o resultado seja maior que dois. Significa que os seus activos líquidos são o dobro das dívidas de curto prazo. Por exemplo se tem 1000 euros em depósitos e tem 500 euros no cartão de crédito, o resultado é 1000/500= dois.
 
4- Elabore um mapa de receitas e despesas
Anote diariamente as suas despesas no seu mapa e verifique quanto é que cada despesa pesa no seu orçamento. No caso das despesas com a casa o ideal é que não pese mais do que 35% do seu orçamento. E nas despesas com a casa incluem-se: o empréstimo, juros e seguro, despesas como água, luz, gás, telefone internet, etc.
 
5- Contabilize o peso das dívidas
Avalie quanto é que os créditos pesam no seu orçamento. Se ultrapassam os 40% e prevê que esse valor aumente, tenha atenção, porque está na zona vermelha. Inicie uma dieta de dívidas e comece por eliminar as dívidas com as taxas de juro mais elevadas.
 
6- Elimine os gastos supérfluos
Avalie as despesas desnecessárias que podem ser reduzidas ou eliminadas, sem que isso afecte o seu bem-estar. Veja quanto pesam no seu orçamento. Pode estar aí a resposta para o facto de não poupar ou de poupar pouco.
 
7- Esteja atento às suas poupanças
Avalie a sua saúde financeira em função do montante mensal que poupa. Se ainda não poupa comece a fazê-lo, por muito pouco que possa parecer. Estabeleça um valor, por exemplo, 10% de poupança que deve ser feita assim que receba. Nunca deixe para o final do mês para ver se sobra, normalmente nunca sobra. Retire esse dinheiro logo no inicio e viva com o restante.
 
8- Crie um fundo de emergência
Para avaliar a sua condição financeira é indispensável que saiba se está prevenido contra imprevistos. Assim sendo, se deixasse hoje de trabalhar, por exemplo, por motivos de desemprego, quantos meses conseguiria sobreviver mantendo o mesmo nível de despesas? O ideal é ter um fundo de emergência (em activos líquidos) que lhe permita viver entre 3 a 6 meses com o mesmo nível de despesas. Ou seja, se tem 500 euros de despesas mensais deverá ter um fundo de emergência entre 1500 e 3000 euros.
 
9- Estabeleça diferentes níveis de poupança
Está a separar as suas poupanças em função dos objectivos? Se a resposta é não, então talvez seja útil começar a fazê-lo. Crie diferentes cestas de poupança. Por exemplo: Cesta de poupança para a reforma, fundo de emergência, cesta para amortizar créditos, cesta de objectivos (carro, férias, etc). Esta organização vai permitir organizar melhor as suas poupanças e aumentar a saúde financeira do seu orçamento familiar.
 
10- Defina objetivos
Trace os seus objectivos de vida (comprar um carro, casa, pagar os estudos, etc) e ajuste o seu orçamento em função desses objectivos. Um casal com 30 anos certamente terá objectivos diferentes de um casal de 50 anos.

 

Ficam as dicas!

 

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10 Dicas para ensinarem as crianças a pouparem

Ba 01.06.17

A propósito do Dia Mundial da Criança resolvi fazer um vídeo com algumas dicas e ideias para começarem a incentivar os mais novos a pouparem. Muitas vezes perguntam-me com que idade se devem falar destes temas, e a minha resposta é sempre a mesma: quanto mais cedo melhor. Claro que convém adequar os conteúdos e abordagem. Mas os miúdos são muito mais atentos do que nós pensamos. Fiquem com o vídeo e partilhem também as vossas dicas.

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