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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

Money Talks: vamos falar sobre finanças pessoais

Ba 08.06.17

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Quem me acompanha sabe que estou ligada à área de educação financeira há vários anos. Além de ter lançado projetos de conteúdos destes temas em vários órgãos de comunicação social, sou a fundadora do projeto de literacia financeira MoneyLab, e dou formação, workshops e paletras como especialista em finanças pessoais e coach financeira. Desde o final do ano passado, até na sequência do lançamento da Agenda da Poupança 2017, e depois de vários pedidos, voltei a reforçar as horas de formação. 

 

Já há algum tempo que andava a planear um projeto que envolvesse também o blog... e aqui estou eu. Ainda não vos posso revelar tudo. No entanto, apenas vos deixo um desafio: quem está interessado em participar numa sessão de finanças pessoais? A única coisa que vos peço é que preencham os formulário com os dados pedidos. Depois irão receber informação sobre isto das "Money Talks".

 

Preencham os dados, partilhem a informação com os amigos e familiares. Vamos cuidar das nossas finanças pessoais!

Saiba onde investir o seu dinheiro

Ba 11.01.17

investir
Os depósitos a prazo são um dos produtos preferidos dos portugueses mas, atualmente, estão a oferecer taxas muito baixas. De acordo com os dados que recolhi recentemente para um trabalho, a média da taxa de juro oferecida é de 0,3%. Ora, tendo em conta que a inflação ronda os 0,6% isto significa um ganho real negativo. Ou seja, na prática está a perder-se dinheiro. Então e quais são as alternativas?

Tendo em conta um perfil de risco mais conservador existem algumas possibilidades:

Os melhores depósitos
Eu sei que parece contraditório mas na realidade há alguns depósitos que oferecem taxas um pouco mais altas. Mas poucos pagam mais de 1% líquidos e são em insituições financeiras mais pequenas. Pode consultar a lista dos 10 melhores aqui.

Certificados do TesouroPoupança Mais 
São títulos de dívida pública com taxa fixa garantida. Tem uma taxa de juro bruta de 1,25% no primeiro ano e sobe até atingir os 3,25% no quinto ano. Além disso, podem ainda acrescer prémios em função do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) português. O retorno médio ao ano são 1,6%.

Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável
Também são títulos de dívida pública portuguesa que pagam juros semestrais a uma taxa que corresponde à Euribor a seis meses acrescida de um prémio (2,2%, 2,05% e 2%, respetivamente, em cada uma das séries). Mesmo com a Euribor negativa garantem 1,4% líquido, segundo a DECO Proteste. Quem não consegiu subscrever quando estiveram disponíveis agora só pode comprar a preço de mercado.

Plano Poupança Reforma (PPR)
Há sob a forma de seguro ou fundo de investimento.Nos PPR mais conservadores, sob a forma de seguros, o Leve DUO (PPR), da Fidelidade, que rendeu 6% nos últimos três anos, segundo os dados da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). No caso dos fundos de PPR, e que apresentam maior risco e não garantem capital, o Alves Ribeiro PPR rendeu 18,9% nos últimos cinco anos, e o NB Plano de Poupança Reforma registou uma rentabilidade de 10% nos últimos cinco anos. No entanto, é preciso não esquecer a máxima: rendibilidades passadas não são garantias de ganhos futuros.

Seguros de capitalização
Também nestes produtos não é possível determinar quanto vão pagar no futuro e para quem é avesso ao risco a opção pelos seguros com capital de garantido pode ser a melhor. Dois exemplos: Generali Poupança Mais que rendeu, em médio 4,1% brutos por ano, nos últimos cinco anos. A solução Poupança Zurich que deu 2,8% brutos ao ano nos últimos três anos.  Ainda assim, neste produtos é preciso ter muita atenção às comissões. É que, nalgumas situações, são tão elevadas que anulam os ganhos.

Os investimentos serão apenas um dos muitos temas que serão abordados no Workshop Intensivo de Finanças Pessoais - Como Gerir Melhor o Orçamento. Aproveitem os últimos lugares e condições especiais nesta formação. Mais informação em: "info@moneylab.pt"

- 28 de Janeiro, no Porto
- 11 de Fevereiro, em Lisboa

investir


Workshop Intensivo de Finanças Pessoais

Ba 04.01.17

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Quer aprender a poupar, a gerir melhor o seu orçamento, a saber como pode fazer crescer o seu dinheiro e a compreender os paradigmas da independência financeira? Então o “Workshop Intensivo de Finanças Pessoais - Como gerir melhor o orçamento" é a formação que não pode perder. Comece já, no arranque de 2017, a mudar a relação com as suas finanças pessoais.

 

Ao contrário de outros workshops de mais curta duração, esta formação é a mais completa que já dei num só dia. Este workshop é uma versão intensiva na qual terão acesso a conhecimentos que vão da poupança ao investimento. 

 

Vamos aprender como fazer uma avaliação das nossas finanças e um orçamento, mas também a conhecer alguns truques e dicas para poupar, como podemos acabar com as dívidas, aumentar os rendimentos ou mesmo iniciar um plano de poupança (Desafio das 52 Semanas e outros), isto entre muitos outros tópicos. 

 

O workshop irá realizar-se no dia 11 de Fevereiro, sábado, entre as 10h e as 17h, em Lisboa. Para se inscreverem e obterem mais informações basta enviarem um email para "info@moneylab.pt" e saberem se ainda conseguem usufruir da promoção. Os lugares são limitados por isso garanta já a sua participação. Aproveite!

 

Entretanto, as inscrições para o Workshop Intensivo de Finanças Pessoais no Porto ainda estão abertas.

 

Quem já participou resumiu como: "útil", "informação", "luz ao fundo do túnel", "esclarecedor", "transformador", entre outros. E você, também quer mudar a sua vida financeira? Venha daí iniciar o novo ano com uma nova relação com o seu dinheiro! Venha iniciar o caminho da sua independência financeira!

 

Fico à vossa espera.

 

BarbaraBarroso-Especialista em educação financ

Saiba como poupar, gerir e investir melhor as suas Finanças Pessoais

Ba 21.12.16

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Depois de no início de dezembro uma turma fantástica ter participado o Workshop Intensivo de Finanças Pessoais, em Lisboa, é a vez do mesmo workshop chegar ao Porto. . E nada melhor do que logo em Janeiro para começar a organizar o resto do ano e garantir que terminamos 2017 com os objetivos e metas financeiras cumpridos.

 

Tal como já vos tinha dito aqui, ao contrário de outros workshops de mais curta duração, esta formação é a mais completa que já dei num só dia. Este "Workshop Intensivo de Finanças Pessoais - Como gerir melhor o orçamento" é uma versão intensiva na qual terão acesso a conhecimentos que vão da poupança ao investimento. 

 

Vamos aprender como fazer uma avaliação das nossas finanças e um orçamento, mas também a conhecer alguns truques e dicas para poupar, como podemos acabar com as dívidas, aumentar os rendimentos ou mesmo iniciar um plano de poupança (Desafio das 52 Semanas e outros), isto entre muitos outros tópicos. 

 

O workshop irá realizar-se no dia 28 de Janeiro, sábado, entre as 10h e as 17h, no Porto. Para se inscreverem e obterem mais informações basta enviarem um email para "info@moneylab.pt" e saberem se ainda conseguem usufruir da promoção. Aproveitem!

 

Quem já participou resumiu como: "útil", "informação", "luz ao fundo do túnel", "esclarecedor", "transformador", entre outros. E você, também quer mudar a sua vida financeira? Venha daí iniciar o novo ano com uma nova relação com o seu dinheiro! Venha iniciar o caminho da sua independência financeira!

 

Também vai haver Workshop Intensivo de Finanças Pessoais, em Lisboa (13 de Fevereiro)!

 

Fico à vossa espera.

Partilhem!

Este Natal ofereça...poupança e investimento!

Ba 16.12.16

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Este Natal surpreenda os familiares e amigos e ofereça um voucher da MoneyLab.

 

Aprender a poupar de forma mais eficaz, manter as finanças pessoais em equilíbrio, maximizar os investimento ou começar construir um novo caminho da independência financeira são alguns dos temas abordados nos workshops.

 

Faça um amigo ou familiar feliz neste Natal e ofereça uma formação MoneyLab!

 

Para este Natal há descontos e ofertas especiais. Para mais informações envie um email para info@moneylab.pt

 

Fica a dica!

Certificados do Tesouro Poupança Mais rendem até 5%

Ba 14.10.13
O Estado deu a conhecer o novo produto de poupança destinado às famílias: Certificados do Tesouro Poupança Mais.
É possível subscrever por um prazo de 5 anos e oferecem 5% no último ano, sendo o montante mínimo de subscrição de mil euros. 
Os juros a pagar, anualmente, são: 1.º ano – 2,75%; 2.º ano – 3,75%; 3.º ano – 4,75%; 4.º ano – 5%; 5.º ano – 5%.

Os Certificados do Tesouro Poupança mais têm ainda a particularidade de a taxa de juro no 4.º e no 5.º ano ser acrescida de um prémio, em função do crescimento médio real do Produto Interno Bruto (PIB).

O produto tem de ser mantido, pelo menos durante um ano. A partir daí já pode resgatar em qualquer altura. 
Estes certificados podem ser subscritos a partir de 31 de Outubro deste ano.
Para quem quiser ver um pequeno comparativo entre os Certificados do Tesouro Poupança Mais e Certificados de Aforro pode clicar aqui.
Ficha Técnica

 

Valores e subscrição:

- Valor nominal de cada unidade — 1 EUR.

- Mínimo de subscrição — 1.000 unidades.

- Máximo por conta de tesouro — 1.000.000 unidades.

- Mínimo por conta de tesouro — 1.000 unidades.

 

Prazo:

- Prazo — 5 anos, a partir da respetiva data-valor da subscrição.

 

Taxa de remuneração:

- Taxa de juro fixa para cada ano da aplicação:

1.º ano – 2,75%, 2.º ano – 3,75%, 3.º ano – 4,75%, 4.º e 5.º ano – 5%;

- A taxa de juro no 4.º e no 5.º ano é acrescida de um prémio, em função do crescimento médio real do Produto Interno Bruto (PIB), conforme descrito no ponto seguinte.

 

Prémio de remuneração:

- No 4.º e 5.º ano, ao valor da taxa de juro fixada, acresce um prémio, a ser divulgado pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, E.P.E. (IGCP, E.P.E.), no seu sítio na Internet no penúltimo dia útil do mês anterior à data de pagamento de juros, correspondente a 80% do crescimento médio real do PIB a preços de mercado (taxa de variação em volume homóloga arredondada a uma casa decimal, segundo informação disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística, I.P. (INE, I.P.), no âmbito da primeira publicação das estimativas completas das Contas Nacionais Trimestrais para o trimestre de referência) nos últimos quatro trimestres conhecidos no mês anterior à data de pagamento de juros.

- O prémio apenas tem lugar no caso de crescimento médio real do PIB positivo.

- O prémio não será corrigido retroactivamente em resultado de revisões posteriores das estimativas do PIB publicadas pelo INE, I.P.

 

Vencimento de juros:

- Cada subscrição vence juros com uma periodicidade anual.

- O vencimento dos juros ocorre no dia do mês igual ao da data-valor da subscrição. No caso de esse dia não existir no mês de vencimento, o crédito terá lugar no 1.º dia do mês seguinte.

 

Distribuição de juros:

- O valor dos juros, líquido de Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS), é creditado no Número de Identificação Bancária (NIB), registado na respectiva conta do tesouro aberta junto do IGCP, E.P.E.

- Não há capitalização de juros.

 

Reembolso:

- Vencimento do capital ao valor nominal, no 5.º aniversário da data-valor da subscrição. No caso de esse dia não existir no mês de vencimento, o crédito terá lugar no 1.º dia do mês seguinte.

- O valor de reembolso é creditado no NIB registado na respetiva conta do tesouro aberta no IGCP, E.P.E.

 

Resgate antecipado:

- O resgate só é possível um ano após a data-valor da subscrição.

- Decorrido o 1.º ano, poderão ser efectuados resgates, em qualquer momento do tempo, acarretando a perda total dos juros decorridos, desde o último vencimento de juros até à data de resgate.

- O resgate determina o reembolso do capital ao valor nominal das unidades resgatadas.

- O resgate pode ser na totalidade das unidades subscritas ou, no caso de ser parcial, o total das unidades remanescentes não poderá nunca ser inferior a 1.000 unidades.

- O valor de resgate é creditado no NIB registado na respectiva conta do tesouro aberta no IGCP, E.P.E.

- O resgate pode ser ordenado pelo titular ou por um seu mandatário com poderes especiais para o efeito.

 

Titularidade:

- Só podem ser titulares de CTPM as pessoas singulares.

- Cada pessoa só pode ser titular de uma conta e cada conta apresenta um só titular. Nessa conta é obrigatória a indicação de uma morada e de um NIB de uma conta bancária de que essa pessoa seja detentora.

 

Regime fiscal:

- Os juros e os prémios de remuneração estão sujeitos a IRS, com retenção na fonte, à taxa liberatória existente na data do vencimento de juros.

- OS CTPM estão isentos do imposto de selo, desde que revertam a favor de herdeiros legitimários.

 

Garantia de capital:

- Garantia da totalidade do capital investido.

 

Tendo em conta que a média dos juros pagos nos depósitos a prazo a 5 anos ronda os 2,5%, este produto que paga em média 4,25%, à partida é mais competitivo. 

 

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Conheça o poder dos juros compostos

Ba 08.04.13

“A força mais poderosa do universo é o juro composto.” Albert Einstein

Investir pensando no retorno obtido com juros simples ou juros compostos pode ser a diferença entre conseguir uma poupança e obter a sua independência financeira. Embora algumas pessoas tenham aprendido como se processa o juro composto, a verdade é que são poucas as que aplicam a filosofia dos juros compostos às suas finanças. Para quem nunca ouviu falar está aqui uma oportunidade de começar a olhar para os seus investimentos de outra forma.

À partida pode parecer ousado dizer que o juro composto pode contribuir para a sua independência financeira, mas o que é certo é que esta foi uma das estratégias utilizadas pelo multimilionário Warren Buffett e está visto onde conseguiu chegar, simplesmente através dos seus investimentos. Buffett mantém-se no topo da lista dos homens mais ricos do mundo.

Basicamente, o juro composto consiste em acumular juros sobre juros, o que acabará por levar a que o capital aumente a cada período de juros. Assim mesmo que invista, por exemplo, 1000 euros no início, e não fizer mais reforços conseguirá obter um maior retorno do que se optar pelo juros simples. Isto porque, o juro simples é calculado apenas sobre o capital inicial, não existindo capitalização de juros.

Para compreender melhor o poder dos juros compostos veja na tabela como crescem 1.000€ ao longo do tempo, mesmo que não reforce mais o seu investimento. Ou seja, mesmo que não aplique mais dinheiro. Ao final de 25 anos, com o juro composto, já terá mais do dobro do que com o juro simples.


No gráfico é visível que, à medida que o tempo passa, a capitalização dos juros compostos faz com que o investimento se distancie do retorno dos juros simples. A partir dos 25 anos de investimento a diferença dispara.


A diferença entre o capital conseguido com juros simples e compostos é notória, como é visível no quadro e gráficos acima, e nem sequer há reforços. Agora imagine se ao capital investido inicialmente juntar o dinheiro da poupança mensal? A diferença será ainda maior.

Mas para compreender melhor a importância entre apenas poupar, e manter o dinheiro parado, e investir, veja a tabela em baixo. Se é daquelas pessoas que até faz uma poupança mensal mas não aplica o seu dinheiro, veja quanto não poderia estar a ganhar se o fizesse.

Com os juros compostos, no longo prazo, terá muito mais dinheiro. Por exemplo, ao final de 30 anos terá mais cerca de 100 mil euros do que se apenas poupasse e deixasse o dinheiro parado no banco. E para este caso nem sequer se está a descontar a inflação, porque se assim fosse, o dinheiro valeria menos ao longo do tempo.

Para quem tem poupanças e pensa em investir fica a dica.

Mais sobre o tema em "Tempos Complicados, Soluções Simples - Aprenda a gerir melhor o seu dinheiro", editado pela Oficina do Livro.

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Calcule como poderá chegar à reforma com 1 milhão de euros

Ba 12.03.13


Atingir a meta de 1 milhão de euros é algo que parece, à partida, quase impossível para quem não tem capital, ou tem muito pouco. Mas o tempo e o retorno do seu investimento podem jogar a seu favor.

Se começar a poupar desde cedo e investir o dinheiro pertencer ao clube dos milionários pode não ser assim tão inatingível. O importante é que o faça sempre tendo em conta o seu perfil de risco, de modo a adaptar o seu investimento aos produtos de investimento que melhor se enquadram nos seus objectivos e tolerância ao risco.

O blog "As Dicas da Bá" disponibiliza uma calculadora que lhe permite saber quanto tem de poupar por mês para atingir 1 milhão de euros na idade da reforma ou mesmo mais cedo (aqui falo da idade da reforma porque quanto mais tempo tiver menor será o esforço mensal).

A calculadora permite saber quanto tem de poupar por mês para um objectivo qualquer - carro, casa, férias, etc - seja qual for o montante ou o número de anos. É claro que se não investir o dinheiro o esforço é maior.

Para quem queira investir, mesmo em produtos de capital garantido, a dica é procurar investimentos que garantam um ganho acima da inflação. Por exemplo, se a inflação for de 2,5% deve procurar produtos que rendam acima dessa taxa.

Simule quanto tem de poupar por mês para atingir o seu objectivo. Aceda aqui à calculadora.

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Amortizar ou investir?

Ba 25.02.13


Devo amortizar o empréstimo ou investir o dinheiro? Esta é uma dúvida que oiço muitas vezes, sobretudo quando as pessoas conseguem algum dinheiro extra (rendimento, subsidio de férias, etc).
 
Claro que cada caso é único e as contas são sempre necessárias. No entanto, de uma forma simples, a melhor maneira de começar a avaliar qual a opção mais vantajosa é comparando a taxa que está a pagar, pelo empréstimo, com o juro que irá conseguir receber se investir o dinheiro (claro que no caso do mercado accionista é imprevisível).
 
Mas diminuir o peso das dívidas, sobretudo quando estas acarretam o pagamento de juros, é claramente uma boa escolha. Desta forma, se tiver algum dinheiro de parte, ou conseguir constituir uma poupança a dica é aproveitar para amortizar os créditos, começando pelos que têm o juro mais elevado.
 
Afinal, mesmo que esteja a ganhar 3% ao ano num depósito, se tiver uma dívida com juros de 20%, está a perder dinheiro, uma vez que está a pagar um juro mais elevado do que o banco o remunera a si.


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