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As dicas da Ba

Um blog 360º com dicas e sugestões para as diferentes áreas da vida.

5 Dicas para as mulheres gerirem melhor o seu dinheiro

Ba 08.03.16

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Podia citar-vos imensos estudos que demonstram a razão pela qual as mulheres têm uma relação diferente com o dinheiro. Mas deixo-vos apenas três tópicos: as mulheres ganham menos que os homens, mesmo quando ocupam cargos semelhantes; a esperança média de vida das mulheres é superior, o que significa que vão viver mais anos e, no final da vida, apenas contam com o seu rendimento; em situações de divórcio as mulheres demoram mais tempo a restabelecer-se financeiramente. Por tudo isto, e muitos mais motivos, é importante que as mulheres estejam atentas ao seu dinheiro.

 

Deixo-vos aqui 5 dicas para gerirem melhor as vossas finanças.

 

1) Assuma a gestão do seu dinheiro

Um dos erros mais comuns é delegar a gestão das suas finanças noutras pessoas. Sobretudo nos casais mais velhos é mais frequente do que se pensa as mulheres delegarem toda a gestão do dinheiro nos homens. No entanto, também já conheci muitos casos de casais jovens em que as mulheres se “demitem” dessa função e preferem que seja o marido ou namorado a gerir porque “não percebem muito bem de contas”. É importante que cada pessoa, seja homem ou mulher, assuma a responsabilidade da gestão do seu dinheiro. Até porque se, por algum motivo, houver uma mudança na vida a mulher acabará por ser forçada a assumir essa responsabilidade. E às vezes até já pode ser tarde, como já tinha escrito num artigo para as Capazes.

 

2) Envolva toda a família

É muito importante que o dinheiro não seja um tabu, como o foi durante muitos anos. Tradicionalmente ninguém diz quanto ganha, seja a colegas ou mesmo os pais aos filhos. Sempre houve uma conotação algo negativa em falar-se de dinheiro. Num casal ambos devem estar a par de toda a situação financeira e também se devem envolver os filhos. A transparência financeira é mais importante para a coesão financeira do que se possa pensão.

 

3) Faça um orçamento

Não há volta a dar. Seja sozinha, ou não, para conseguir gerir as suas finanças pessoais, o ideal é fazer um orçamento. Saber quanto gasta exatamente em cada despesa. Desde o café à prestação da casa. Nenhuma despesa pode deixar de ser contabilizada. Só assim será possível saber qual a real situação financeira e estabelecer objetivos. Há muitos gastos que nem sequer nos apercebemos e que seria suficiente para canalizar para outras despesas ou iniciar uma poupança. Pode utilizar um caderno, uma folha de excel, ou um programa ou aplicação de finanças pessoais, como por exemplo, o Boonzi que já vos falei.

 

4) Gaste menos do que ganha

Parece óbvio mas na realidade nem sempre é isso que acontece. Seja pelo surgimento de uma despesa inesperada, ou mesmo porque não temos apontadas as nossas despesas, mais facilmente do que se pensa a conta pode ir parar aos negativos. E começamos depois a utilizar a linha de crédito da conta ordenado e para sair do vermelho é quase como um sofrimento. A conta está negativa depois chega o ordenado, passa um pouco do verde e logo na primeira despesa lá entra no negativo outra vez. Depois de ter orçamentadas todas as despesas e receitas trace objetivos para conseguir equilibrar as suas contas, seja por via da despesa ou de receita (leia 10 dicas para conseguir um rendimento extra)

 

5) Crie um fundo de emergência

Dizem as boas práticas que todos devemos ter um fundo de emergência suficiente para suportar, pelo menos, entre três a seis meses das nossas despesas. Isto significa que durante esse período tem uma almofada financeira para imprevisto. Um estudo da Cetelem indicou que 32% não tem qualquer capacidade financeira para suportar uma despesa mensal extra, como arranjo de automóvel, coimas, tratamentos médicos, obras em casa, entre outros. O fundo de emergência, tal como o nome indica, serve para isso mesmo: para emergências. Para que um imprevisto não desiquilibre todas as nossas finanças. Muitas pessoas dizem-me que mal têm para as despesas quanto mais para fundos de emergência. E isso mostra a precaridade e instabilidade que estas famílias vivem. Nestes casos, qualquer imprevisto pode mesmo significar a rutura financeira. Mesmo que não consigam chegar aos três a seis meses (quem conseguir mais, melhor), o importante é começar a poupar para esse pé de meia. O desafio das 52 semanas pode ser uma forma para o conseguir.

 

 Ficam as dicas!

 

Acompanhe também a página do Facebook e o Instagram.

 

Vencedores do Passatempo Boonzi by As Dicas da Bá

Ba 18.01.16

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Já temos os vencedores do "Passatempo Boonzi, by As Dicas da Bá”. Quem vai receber uma licença para o software de gestão do orçamento familiar são:

 

  • Manuel Gomes (Covilhã)
  • Sandra Fagundes (Arraiolos)
  • Miguel Borges (V.N. Gaia)
  • Carla Moreira (S. Félix da Marinha)
  • Sílvia Reis (Queluz)

 

Muitos Parabéns aos vencedores que serão contactados por email.

 

Obrigada a todos os que participarem. Em breve haverá mais novidades e passatempos. Fiquem atentos!

 

Passatempo Boonzi by As Dicas da Bá

Ba 11.01.16

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Recentemente, falei-vos aqui do programa de gestão de orçamento Boonzi, desenvolvido por uma empresa portuguesa. Um software que permite ajudar-nos a gerirmos melhor a finanças pessoais.

 

Depois de vos desafiar a partiparem no “Desafio das 52 semanas”, sabermos como conseguimos reduzir e controlar a nossas despesas, de forma a conseguimos poupar é um passo importante. E nada melhor do que termos um programa para nos ajudar.

 

Assim, o blog As Dicas da Bá, em parceria com o Boonzi, vão oferecer 5 licenças para utilização deste software.

 

Para ganharem as licenças basta participarem no passatempo.

 

Como concorrer?

É muito simples, basta participar no passatempo até às 23h59 de domingo, dia 17 de Janeiro e cumprir os seguintes 5 passos:

 

1) Gostar da página do Facebook As Dicas da Bá

2) Gostar da página do Facebook Boonzi

3) Subscrever a Newsletter

3) Partilhar este passatempo no Facebook (em modo público)

4) Preencher o formulário em baixo 

 

O vencedor será escolhido aleatoriamente através do Random.org e o resultado será anunciado na segunda-feira (dia 18 de Janeiro). Válida uma participação por pessoa.

 

Boa Sorte!

 

Como eu faço o meu Orçamento Familiar

Ba 08.01.16

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Para muitos portugueses atravessar todos os dias de um qualquer mês é um complexo exercício financeiro, que nem sempre corre da melhor forma. Paga-se a prestação da casa, do carro, as contas da água, luz, gás. Depois o telemóvel, a Internet, as compras do supermercado. Ainda a lista das despesas vai a meio e o dinheiro parece já não chegar para fazer face a todos os compromissos. Sobra mês ao fim do ordenado.

 

Nos últimos anos, as famílias sofreram cortes nos ordenados, o que ainda dificultou mais a gestão do orçamento familiar. No entanto, também o facto de não conhecerem, ou não estarem habituados a utilizar as ferramentas que permitem uma gestão mais eficaz das contas pessoais, acaba por dificultar a gestão do dinheiro.

 

Para saber para onde vai o nosso dinheiro, de forma exata, só mesmo fazendo um orçamento e apontando todas as despesas.

 

Certamente já vos aconteceu iniciar o dia com 10 ou 20 euros e chegar à tarde só com algumas moedas e aquela sensação de incredulidade sobre como as notas se evaporaram. “Mas o que é que fiz ao dinheiro?”. É por isso mesmo que temos de apontar. Isso depois dá-nos uma fotografia das nossas finanças e permite-nos ver que despesas podemos reduzir e quanto podemos poupar.

 

No final do ano, falei-vos aqui que, em 2015, consegui gastar menos 30%, no total do ano (face ao anterior). Só consegui chegar a essa conclusão porque tenho tudo apontado.

 

Eu já faço orçamento há muitos já experimentei várias ferramentas. Comecei com um caderno, a apontar receitas e despesas, passei para folhas de Excel no computador e depois programas específicos. 

 

E é aqui que vos quero falar de uma ferramenta de gestão de finanças pessoais, realizada por um empresa portuguesa, que já conhecia há uns anos, e que é das melhores no mercado: Boonzi.

 

Uma das características do Boonzi é o facto de permitir, de forma simples e totalmente segura, importar os extractos bancários de vários bancos nacionais. Ou seja, se tiver conta em mais que um banco consegue gerir tudo no programa.

 

Ao fazer a importação, o Boonzi classifica automaticamente as despesas e receitas. No entanto, o utilizador pode sempre fazer uma gestão mais personalizada. 

 

Apenas o dinheiro que temos na carteira, e os gastos que tivemos com ele, têm de ser introduzidos à mão. No entanto, esta ferramenta tem uma aplicação para o telemóvel que sincroniza as despesas que introduzimos à mão. Por isso se bebemos um café podemos logo apontar no telemóvel que a despesa é introduzida no programa.

 

Ao categorizar as despesas e receitas, o programa vai gerar relatórios e gráficos detalhados e intuitivos. A análise a esses relatórios permitem saber com exatidão quanto gasta em combustível, juros de crédito, electricidade, entre outras categorias, e assim criar objectivos mensais de poupança.

 

Além disso permite também fazer orçamento para os meses seguintes e ajustar. Ou seja, se sabemos, por exemplo, quanto gastamos exatamente em telecomunicações todos os meses podemos projetar, mensalmente, esse custo no orçamento de cada mês. Mas se, por exemplo, sabemos que em Junho temos o seguro da casa ou do carro, que não temos nos outros meses, podemos colocar logo no orçamento de Junho e isso permite-nos saber antecipadamente quanto dinheiro temos de ter.

 

Enfim, não vou estar aqui a detalhar-vos porque acho que o melhor mesmo é experimentar. Há duas versões, uma gratuita (que tem algumas limitações e publicidade) e outra paga (com todas as funcionalidades e sem anúncios).

 

Recomendo que experimentem. Nem que seja a versão gratuita. E depois digam se não descobrem (às vezes é mesmo assustador) quanto dinheiro gastamos em algumas coisas que nem nos apercebemos.

 

Fica a dica! 

 

Um quinto dos portugueses não faz qualquer controlo do seu orçamento

Ba 24.03.15

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Um quinto (20%) dos consumidores não fazem qualquer gestão do seu orçamento familiar. Esta é uma das conclusões do estudo Cetelem sobre a Literacia Financeira dos portugueses. Em relação a 2014, verifica-se um aumento muito significativo deste aspeto, uma vez que no ano anterior apenas 2% dos inquiridos confessava não controlar os seus ganhos e gastos. A análise mostra ainda que a consulta do extrato bancário continua a ser a forma de controlo preferida dos portugueses.

 

Questionados sobre a forma como fazem a gestão do orçamento familiar, a maioria dos portugueses (61%) diz consultar regularmente o extrato bancário. Já nos anos anteriores os consumidores mostravam uma clara preferência por esse método de controlo: em 2013 eram 56% a consultar de forma regular o extrato bancário, em 2014 cerca de 70%.

 

Face aos anos anteriores, verifica-se um aumento de consumidores a recorrer à ajuda do seu gestor de contas. Atualmente, 7% dos consumidores dizem optar por esse método, mais do que em 2013 e 2014, quando eram apenas 2%. Pelo contrário, a utilização de uma tabela de controlo de gastos perdeu adeptos, tendo passado dos 21% no ano passado para os atuais 7%. O recurso a ferramentas de check up financeiro permanece residual: menos de 1% dos consumidores usa esse método.

 

O extrato bancário é uma boa forma de irmos vendo o dinheiro que sai da conta mas não permite um controlo verdadeiro. Isto até porque a maioria do dinheiro que levantamos é exatamente aquele que não fazemos a mínima ideia de onde gastámos. Quantas vezes não vos acontece levantarem 10 ou 20 euros de manhã, a meio da tarde abrirem a carteira, olhar e verem apenas umas moedas e pensar: “Mas onde é que eu gastei o dinheiro?”.

 

É por isso que fazer um orçamento é tão importante. Só mesmo detalhando tudo, desde um café até à prestação da casa é possível identificar despesas, por vezes desnecessárias, e cujo valor poderíamos aproveitar para outro propósito. Eu própria apanhei esse susto quando comecei a fazer o orçamento de forma detalhada há uns bons anos.

 

Controlem o vosso dinheiro. Quem sabe se não é nessas pequenas despesas que está a possibilidade de começar a poupar?

 

Fica a dica.

A minha estratégia para poupar no supermercado

Ba 27.01.14

 

Eu sei que o mês ainda não acabou mas estou contente só de olhar para o meu gráfico de despesas, sobretudo a categoria "supermercado" (sim, eu aponto tudo e organizo por categorias e utilizo a ferramenta Boonzi. Se quiserem saber mais cliquem aqui).

Janeiro é conhecido por ser um mês longo, sobretudo depois das compras do Natal (que consegui gastar menos de 60 euros no total. Acho que bati o meu recorde!) e que obriga a ajustes no orçamento. Depois, por ser início do ano, é sempre altura de pensar em poupança e redefinir numas estratégias para a gestão das contas da casa. E foi o que fizemos, quase de uma forma natural.

Com dois miúdos pequenos (felizmente o mais velho já só usa fralda à noite, o que permitiu já reduzir o gasto com fraldas) todas as formas para conseguir poupar são sempre boas. 

Pois bem, se calhar o que vou dizer para algumas pessoas não é novidade mas a verdade é que, para mim, as "novas estratégias" (como lhes gosto de chamar) permitiram-me reduzir as despesas com o supermercado em 30% face à minha média. Bem sei que ainda falta uma semana mas acho que estou no bom caminho.

Então deixo-vos aqui algumas dicas

1) Levar comida para o trabalho - Hoje em dia é uma prática comum para muitas pessoas mas eu já o faço há vários anos. E acreditem que, há 10 anos quando levava comida para o trabalho muitas vezes era olhada de lado. Hoje já é quase "moda". Há marmitas todas giras, caixinhas para isto e para aquilo. Há quem leve tudo mas eu continuo a achar o meu marido o "top". E explico-vos... Além de sopa, prato e fruta no outro dia até uma "mini" levou para o trabalho (xiuuuu...não digam ao chefe). Pronto, se calhar não é top porque já vi pessoas no trabalho a levarem entrada, queijo com fruta. Verdadeiros manjares, com marcadores ou toalhinhas, guardanapos, copo e até pratos, que isto de comer na marmita às vezes fica apertado (pensando bem, quantas vezes já quase que me saltaram pernas de frango para a mesa ao lado...adiante)

2) Fazer um menú da semana - Quando pensava nesta ideia achava que dava muito trabalho mas a verdade é que é óptimo em termos de organização de compras. Penso nas sopas dos miúdos, na comida para nós e o que posso fazer se sobrar, etc. Depois faço uma lista do que preciso comprar. Desde que adoptei o menú raramente tenho de ir ao supermercado a meio da semana ou falta alguma coisa. Controlo melhor os custos tanto do supermercado como também poupo tempo e em combustível. (Posso dizer que vos estou a preparar uma ferramenta catita para isto)

3) Ir ao hipermercado para as compras grandes - Fazer compras grandes logo para vários dias não estava a resultar cá em casa. Acabava por gastar mais dinheiro e, a meio da semana, acabava por ter de voltar ao supermercado porque me faltavam coisas essenciais ou pior, para não perder tempo, acabava por ir à mercearia perto de casa que é bem mais cara.

4) Comprar frescos no supermercado mais perto - Em vez de ir comprar frescos a grandes superficíes, aproveito assim uma "média superfície" para ir comprar frescos que acabam para as sopas. Ou seja, quando é carne, fraldas, higiene, etc (coisas grandes e mais caras) aproveito e vou ao hipermercado. Para o supermercado ficam os frescos. São mais baratos e, por haver menos oferta, caiu menos na tentação de fugir à lista.

5) Fazer lista e segui-la - Lista praticamente toda a gente faz, o problema é cumpri-la. A meio das compras lá pomos mais uns extras no carrinho e, no final, a conta sai mais alta do que estava pensado. É aquele princípio do "vou só comprar papel higiénico" e depois acabo por sair com dois cestos cheios, e na maioria das vezes de algumas coisas desnecessárias. Como vou a um sítio para as compras grandes e outro para as mais pequenas sinto que é mais fácil cumprir a lista. Vou mais focada.

6) Não ir com fome às compras - Ir às compras com fome à hora em que sai pão quente devia ser considerado pecado. É que começo no pão, passo para as bolachinhas, chocolates, etc... Os domingos são também fatais! É por isso que agora tenho sempre na mala uma peça de fruta, umas bolachas e agora raramente cedo à tentação.

7) Lembretes para os vales e descontos - Costumo receber vales de desconto e cupões de supermercado. Alguns podem não interessar mas outros são para produtos que compro e que representam boas poupanças. (É que isto dos cartões de desconto permite às grandes superfícies ter uma base de dados super poderosa dos nosso hábitos de consumo. Comecem a reparar se os descontos não são de coisas que habitualmente compram.) Para não acontecer ir comprar fraldas e perceber que tinha um talão que acabou na véspera agora ponho lembretes no telemóvel dos descontos para avisar dois dias antes do final do prazo e está a resultar. (Em breve irei dedicar um post aos vales e cupões e onde podem obtê-los)

8) Compras online - Quando não tenho possibilidade de ir às compras da semana ao hipermercado (ou porque tenho um miudo doente ou temos o fim-de-semana ocupado) opto pelas compras online (se tiver um talão de desconto da taxa de entrega, melhor). Além de ser prático e fácil (posso comprar a qualquer hora no conforto de casa e não tenho de carregar as coisas pesadas) permite controlar os gastos. Há menos tentações e quando começo a ver a conta a crescer fico-me mesmo pelo que preciso.

9) "Scan self-service" - Já há muitas grandes superficies que têm aquelas maquinetas que não são mais do que scanners que nos permitem fazer as compras sozinhos sem ter de passar pela caixa. Também aqui, o facto de nos ir dando o valor total da conta permite-nos ter uma melhor noção dos gastos e poupar em tempo. Além disso, o meu filho mais velho adora a ideia de apontar para os preços, carregar no botão e ouvir o barulhinho "bip" (sente que é ele que está às compras).

10) Leite do bebé na parafarmácia - Pois bem, o elemento mais pequeno cá de casa ainda bebe leite em pó daquelas latinhas maravilhosas que são super caras. O meu pequeno bebe o "Nutriben Continuação" que, infelizmente, não se vende no supermercado. Ou compro numa parafarmácia ou numa farmácia. E posso dizer-vos que hoje em dia só compro o leite na parafarmácia (Wells). É que custam menos 4 euros em relação à farmácia e ainda conta para o cartão. Comecem a comparar preços e vão ver que a diferença é grande. 

Estas foram as estratégias que adoptei este mês e que parecem estar a surtir efeito. Se houver por aí mais sugestões venham elas. Ganhamos todos com a partilha.

Ficam as dicas.

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Saiba como poupar em 2014

Ba 21.01.14
 

Os últimos anos têm sido desafiantes em termos de gestão do orçamento familiar e 2014 não será excepção. Com os números de desemprego ainda em níveis elevados, os cortes salariais e o aumento dos preços de bens e serviços, o poder de compra de cada um de nós tem vindo a reduzir-se, obrigando a uma gestão ainda mais cuidada do orçamento familiar.

 

Todos nós temos estratégias para poupar, consumir menos ou fazer escolhas que consideramos mais acertadas mas, na realidade, nem sempre sabemos realmente quanto dinheiro gastamos. Quantas vezes já vos aconteceu levantarem dinheiro de manhã e poucas horas depois, quando vão à carteira já só restam uma moedas e questionam-se "mas onde é que eu gastei dinheiro?"

 

Para evitar que isso acontece a única forma de conseguir efetivamente controlar o nosso dinheiro é apontarmos todas as despesas. Bem sei que isso obecede a um grande rigor. Eu já o faço há muitos anos. Comecei com um bloco, passei para o excel e hoje utilizo uma ferramenta que me permite ter um retrato fiel para onde vai o meu dinheiro. 

 

É que 30 euros por mês, que não é mais do que uma poupança de 1 euros por dia, ao final de um ano representa 360 euros. Um montante que permite, por exemplo, pagar dois seguros de carro. É por isso que não devemos achar que poupar 1 euro por dia não adianta nada.

 

E é sobre esta ferramenta que vos quero falar. Foi desenvolvida por portugueses e chama-se Boonzi. Para quem conhece este tipo de aplicações eu utilizava o YNAB e estou bastante satisfeita agora com o Boonzi pela facilidade de importação de extractos.

 

O que é o Boonzi?

Boonzi não é mais do que um programa que permite, a cada pessoas ou família, uma gestão precisa das suas despesas e receitas através do computador ou portátil.  Através da importação dos extractos do bancos poderá fazer uma gestão rápida e fácil de todas as despesas e receitas. 

 

Importação automática de extractos dos bancos

Uma das características do Boonzi é o facto de permitir, de forma simples e totalmente segura, importar os extractos bancários de vários bancos nacionais. Ou seja, se tiver conta em mais que um banco consegue gerir tudo no programa.

 

Ao fazer a importação, o Boonzi classifica automaticamente as despesas e receitas. No entanto, o utilizador pode sempre fazer uma gestão mais personalizada. 

 

Gráficos e relatórios

Ao categorizar as despesas e receitas, o programa vai gerar relatórios e gráficos detalhados e intuitivos. A análise a esses relatórios permitem saber com exactidão quanto gasta em combustível, juros de crédito, electricidade, entre outras categorias, e assim criar objectivos mensais de poupança.

 

 
 
 
 
 

Conseguindo identificar onde gasta é mais fácil perceber onde pode reduzir ou poupar, o que na atual conjuntura é uma mais-valia. 

 

Campanha de desconto

 

Habitualmente este produto tem um custo de 39,90 euros. No entanto, o Blog As Dicas da Bá, enquanto parceiro do Boonzi, oferece um desconto de 12 euros. Para aceder directamente ao desconto pode clicar aqui.

 

Face à média de preço destes produtos no mercado, o Boonzi fica bastante mais acessível. Por pouco menos de 30 euros poderá conseguir poupar muitos mais, através de uma gestão mais cuidada.

 

Por exemplo, ao identificar 1 euro de poupança por dia, que acredito que consiga fazê-lo assim que começar a utilizar o Boonzi, em apenas 1 mês já lhe terá compensado o produto.

 

Fica a dica para quem queira poupar em 2014.

 

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Saiba como fazer e gerir o seu orçamento familiar

Ba 21.08.13
 
 

 

 
Para muitos portugueses atravessar todos os dias de um qualquer mês é um complexo exercício financeiro, que nem sempre corre da melhor forma. Paga-se a prestação da casa, do carro, as contas da água, luz, gás. Depois, resolve-se a despesa do telemóvel, da Internet, as compras do supermercado, a escola e a roupa. Ainda a lista das despesas vai a meio e o dinheiro parece já não chegar para fazer face a todos os compromissos. Sobra mês ao fim do ordenado.
 
Embora as famílias estejam este ano a sofrer com o corte dos ordenados, pelo aumento dos impostos, e a subida de algumas despesas, também o facto de não conhecerem, ou não estarem habituados a utilizar as ferramentas que permitem uma gestão mais eficaz das contas pessoais, acaba por dificultar a gestão do dinheiro.
 
 
Por essa razão, o conselho é fazer como as empresas e criar um mapa de entradas e saídas de dinheiro. De um lado, todo o dinheiro que sai do bolso, do outro, o que entra. Só assim adquirimos conhecimento sobre o que lhe acontece e respondemos à famosa questão: “Afinal, para onde vai o dinheiro?”.
 
Certamente já vos aconteceu iniciar o dia com 10 ou 20 euros e chegar à tarde só com algumas moedas e aquela sensação de incredulidade sobre como as notas se evaporaram. “Mas o que é que fiz ao dinheiro?”. Para responder a isso, devemos registar todos os movimentos do nosso dinheiro e adquirir novos hábitos.
 
E é aqui que vos quero falar de uma nova ferramenta de gestão de finanças pessoais, realizada por um empresa portuguesa, que fiquei fã: o Boonzi.
 
Enquanto jornalista e especialista em finanças pessoais (já escrevi dois livros sobre o tema, dou formações workshops, etc) já experimentei várias ferramentas. Há já alguns anos comecei com um caderno, a apontar receitas e despesas, passei para folhas de Excel no computador e depois programas específicos.
 
Até descobrir o Boonzi já utilizava um programa semelhante mas não era em português, além da organização e utilização ser mais complexa.
 
O que é o Boonzi?
O Boonzi não é mais do que um programa que permite, a cada pessoas ou família, uma gestão precisa das suas despesas e receitas através do computador ou portátil. 
 
Através da importação dos extractos do bancos poderá fazer uma gestão rápida e fácil de todas as despesas e receitas.
 
Importação automática de extractos dos bancos
Uma das características do Boonzi é o facto de permitir, de forma simples e totalmente segura, importar os extractos bancários de vários bancos nacionais. Ou seja, se tiver conta em mais que um banco consegue gerir tudo no programa.
 
Ao fazer a importação, o Boonzi classifica automaticamente as despesas e receitas. No entanto, o utilizador pode sempre fazer uma gestão mais personalizada. 
 
Gráficos e relatórios
Ao categorizar as despesas e receitas, o programa vai gerar relatórios e gráficos detalhados e intuitivos. A análise a esses relatórios permitem saber com exactidão quanto gasta em combustível, juros de crédito, electricidade, entre outras categorias, e assim criar objectivos mensais de poupança.
 
 
 
Conseguindo identificar onde gasta é mais fácil perceber onde pode reduzir ou poupar, o que na atual conjuntura é uma mais-valia. 
 
Campanha Boonzi para os leitores do Blog "As Dicas da Bá"
 
Habitualmente este produto tem um custo de 39,90 euros. No entanto, o Blog As Dicas da Bá oferece um desconto de 12 euros. Para aceder directamente ao desconto pode clicar aqui.
 
Face à média de preço destes produtos no mercado, o Boonzi fica bastante mais acessível. Por pouco menos de 30 euros poderá conseguir poupar muitos mais, através de uma gestão mais cuidada.
 
Por exemplo, ao identificar 1 euro de poupança por dia, que acredito que consiga fazê-lo assim que começar a utilizar o Boonzi, em apenas 1 mês já lhe terá compensado o produto.
 
Recomendo o Boonzi como ferramenta de gestão de finanças pessoais. Fica a dica para quem está à procura de uma forma como gerir o orçamento familiar.
 
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O Orçamento familiar "ideal"

Ba 19.03.13

Não existe uma receita infalível ou um modelo perfeito para saber qual a melhor forma de cada um de nós gastar o seu dinheiro. O que fazemos é utilizar valores indicativos que nos ajudem a regular as despesas. Por serem indicativos cada pessoa deve adaptar a distribuição das despesas ao seu caso específico.  Sobretudo porque a estrutura é diferente de casa para casa, por causa de questões como ter carro, ser obrigado a fazer muitas refeições fora de casa por causa do trabalho, ter filhos, pagar infantário ou escola, morar longe do emprego, etc. 
Ainda assim, é sempre bom existir um ponto de referência, para que a partir daí consigamos criar o nosso próprio orçamento familiar ideal, ou seja, definir que percentagem é que cada categoria deve pesar no nosso orçamento familiar. 

Em cada uma destas grandes categorias definidas estão inseridas subcategorias e a distribuição do dinheiro por elas depende, sempre, de cada situação familiar. 

Através deste exemplo poderá ver como agrupar as categorias, sendo que a única que nunca deve mexer, a não ser para aumentar a percentagem, é a fatia destinada à poupança. Ou seja, do total do seu rendimento mensal, só dispõe de 90% por cento para distribuir pelas diversas despesas, porque 10% ficaram cativos. 

Sublinhe-se que, no caso da habitação, o valor definido como indicativo também deverá ser cumprido, sendo encarado como um máximo. Ou seja, as despesas com a casa devem, no máximo, representar 35% do seu orçamento mensal. 



Desta forma e tendo isto em conta, e de acordo com o que revelo no meu livro, um orçamento ideal poderia ser assim distribuído: 

Habitação (35%): Prestação ou renda da casa e respectivos seguros; despesas água, luz, gás, Internet e telefone; condomínio e algumas reparações. 

Alimentação e despesas diárias (25%): Compras de supermercado, almoçar ou jantar fora; diversão e entretenimento; férias.

Transportes (15%): prestação do carro e respectivo seguro; combustível; parque de estacionamento; reparações com o automóvel ou mota; bilhete/passe social de transportes públicos. 

Outros empréstimos (15%): crédito pessoal; cartão de crédito; prestações de electrodomésticos. 

Poupança (10%): montante que deverá colocar logo de parte no inicio de cada mês.  

Mais sobre o tema em "Tempos Complicados, Soluções Simples - Aprenda a gerir melhor o seu dinheiro", editado pela Oficina do Livro.

Fica a dica: para chegar a uma distribuição ideal do seu orçamento familiar, na qual está prevista uma fatia destinada à poupança, é preciso  alguma ginástica orçamental, organizar a casa, saber para onde tem andado a fugir o seu dinheiro para assumir o controlo das despesas. 

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70% dos portugueses não sabe com rigor quanto ganha e gasta por mês

Ba 15.03.13


Quanto recebe por mês? E quanto gasta todos os meses em cada uma das categorias do orçamento familiar? Ao que parece, a grande maioria dos portugueses não consegue responder com exactidão a estas duas perguntas. Aliás, cerca de 70% dos portugueses não sabe com rigor quanto recebe ou gasta por mês.

De acordo com um inquérito realizado pelo Cetelem, com a colaboração da Multidados, a 500 pessoas sobre a gestão do orçamento familiar, apenas 27,8% dos portugueses sabe, com detalhe, o rendimento do agregado familiar e 36,6% o valor das despesas mensais como o carro, casa, electricidade, créditos , etc.

Uma percentagem significativa de inquiridos afirmou ainda que sabe aproximadamente o valor que dispõem mensalmente (62,4%). Mais de metade declara que conhece relativamente as despesas fixas mensais (55,2%). Apenas um número residual de inquiridos diz que não tem conhecimento de quanto ganha (9,2%) ou gasta por mês (7,2%).

Este mesmo inquérito do Cetelem tentou perceber ainda de que forma controlam os portugueses o seu orçamento mensal e constatou que a grande maioria o faz através de uma consulta regular do extrato bancário (55,8%). 24,8% fá-lo através de uma tabela de controlo de gastos e 6,4% não tem por hábito fazer qualquer tipo de controlo.

Estes números mostra assim que os portugueses não controlam a 100% as suas finanças pessoais, porque só sabendo quanto se ganha e gasta é possível fazer uma gestão cuidada do orçamento.

Por essa razão, fica a dica: façam o vosso orçamento familiar e categorizem todas as despesas fixas e variáveis mensais. Vão ter algumas surpresas para onde está a ir o vosso dinheiro.

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